mar
21
Como você reage quando seu blog ganha selo?

Assisti um video esta semana que me fez rir muito. Dois lutadores se encaram no ring, cada um mostra sua feia, e, de repente, um deles dá um “selinho” na boca do outro. Quando o que deu o do selinho acordou deve ter perguntado: “alguém anotou a placa do caminhão?” Pois ele ficou um tempinho desacordado.

httpv://www.youtube.com/watch?v=q45XGXvYH1Q

Já li mensagens e recados, postados em layout de blogs, de pessoas que não gostam de receber selos e pedem “a gentileza” de não lhes concederem ou indicarem. Outros recebem seus selos como se fosse o prêmio máximo, como um Oscar ou outra estatueta com status semelhante, porque foi lembrado ou teve o seu trabalho reconhecido.

Desde que meu primeiro blog “foi ao ar”… rs… recebi poucos selos. Confesso que se recebi outros, sequer tomei conhecimento, porque além de me enrolar muito no início, tinha que postar e repassar o selo a outros blogs, trabalho este que “pensava” ser desnecessário e não estava a fim de realizar.

Hoje recebi um selo da amiga Adriana Horta, do diHitt e fui dar uma olhadinha. A mensagem que ela deixou é tão carinhosa que é difícil (até pra quem não gosta) não receber o selo e publicá-lo. Repensei algumas coisinhas e fiz perguntas a mim mesmo, que compartilho com vocês.

Antes, decidi também assinar a “lista” iniciada pela Drica: “eu também sou semi-analfabeto digital”, daí a dificuldade para receber e publicar os selos. Todo selo que recebi quem colocou no blog para mim foi minha filha, inclusive o de hoje. Tenho um medo daqueles de tentar publicar o selo e desconfigurar tudo. Bem, Drika, criei coragem e falei também do meu medo… rs…

Por que o blog (e por que não dizer o seu dono) recebe um selo? O próprio nome do selo já responde esta pergunta: porque tem conteúdo, é considerado útil, é legal e um “montão” de qualidades e virtudes (desconheço algum selo que “zoe” ou denigra a imagem de blogs).

Uma pessoa indica o seu blog por que gostou do seu trabalho, do conteúdo, do estilo, e de você mesmo. Mesmo quando alguém indica o blog do outro, sabendo que o indicado não suporta receber selos, acredito estar por detrás “a vontade de fazer uma brincadeira”, ou fazer o amigo mudar de idéia e despertá-lo para o seu fim: o selo é um prêmio.

Ainda que não tenha valor financeiro, tem o seu valor “sentimental” para alguns ou “histórico” para outros. Na comunidade blogueira receber selos é, no mínimo, positivo e tem o seu valor sim.

Como é praxe, quem recebe indica outros, indico os seguintes amigos (as) para recebimento do selo:

Angela Mendez

Francisco Castro

Rita Costa

Ronaldo Alves

Sissym

Então, vamos à pergunta: Como você reage quando seu blog ganha um selo? É só uma perguntinha viu gente?


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mar
21
À Espera dos Pais

Certa vez, quando era criança, me perdi dentro da vila onde morava minha tia. Eram muitas casas, todas iguais e, como não sabia o número, comecei a chorar desesperadamente. Num dado momento, os vizinhos da minha tia vieram em meu socorro e logo me conduziram de volta à casa.
No início da semana recebi esta mensagem, que me fez refletir sobre as muitas esperas que sofremos pela ausência dos pais e nas muitas outras que, como pais, impomos aos nossos filhos. Ter os pais por perto é um dos anseios mais fortes no coração de uma criança. A presença e participação na vida dos filhos é um dos maiores presentes que podemos oferecer-lhes. E custa tão pouco!

a-espera-dos-pais

A dama da alta sociedade costumava desfilar, em sua carruagem de luxo, pelas ruas de São Francisco, sob olhares de admiração e inveja. Um dia, os jornais publicaram o falecimento de uma tia e ela, obedecendo às convenções sociais, teve que permanecer no lar por uma semana. Indignada por ter que ficar sete dias dentro do enorme palácio, buscou o marido, então Governador do Estado, e esse a fez lembrar-se de que poderia passar os dias brincando com o filho.

Ela gostou da idéia. Adentrou à ala esquerda do palácio, que tinha sido liberada para o pequeno príncipe, que vivia rodeado por profissionais de diversas nacionalidades, a fim de lhe ensinarem idiomas e costumes de outros povos. Quando o pequeno Leland avistou a mãe, exultou de felicidade e lhe perguntou por que ela estava ali, naquele dia e hora não habituais. Ela lhe contou o motivo e ele, feliz, lhe perguntou quantas tias ainda restavam.

Leland estava ao piano tocando uma balada que aprendera com sua babá francesa. A mãe, impressionada, ficou ouvindo, por alguns instantes, aquela balada que lhe pareceu um tanto melancólica. Pediu ao filho que cantasse, ele cantou. Falou-lhe para que a traduzisse e ele a traduziu.

Era a história de um menino que era levado pela sua mãe todos os dias até a praia, de onde ficavam olhando o pai desaparecer na linha do horizonte, em seu barco pesqueiro. Todos os dias a cena se repetia, até que um dia, o barco do pai não retornou. A mãe conduziu o filho novamente à praia e lhe pediu que ficasse esperando, pois ela iria buscar o marido. Adentrou no mar e o filho ficou esperando na praia, pelo pai e pela mãe, que jamais retornaram.

A balada comoveu a grande dama. Falou ao filho que era muito triste. Ele respondeu que cantava porque se identificava com o menino da praia. A mãe não entendeu em que consistia a semelhança e retrucou ao filho:

– Você tem tudo. Não lhe falta nada. Tem mãe e pai e é herdeiro de um dos homens mais importantes deste Estado.

Leland respondeu com melancolia: “Mas o papai adentrou há muitos anos no mar dos negócios e nunca posso vê-lo. Você o seguiu e eu fiquei aqui à espera de um retorno que nunca acontece. Como você pode perceber, minha história é muito semelhante à do menino solitário da praia.

Daquele dia em diante, a dama passou a conviver mais com o filho de onze anos a quem não conhecia e, por esse motivo, aprendeu a amá-lo. A convivência estreita com a mãe trouxe a Leland um brilho novo. Por algum tempo a vida lhes permitiu desfrutar da alegria do afeto mútuo, das experiências vividas, um na companhia do outro. Fizeram uma longa viagem de navio e Leland adoeceu. A mãe fez tudo o que podia para lhe salvar a vida, mas foi tudo em vão. O navio retornou e Leland não pode mais contemplar a mãe com os olhos físicos.
Todavia, naquele breve tempo de convívio, o menino ensinou à mãe outros valores.

Ela construiu orfanatos e outras obras de assistência para a comunidade carente. Leland não herdou a fortuna dos pais, mas a fortuna rende frutos até hoje, junto à sociedade daquele Estado. Dentre elas, a Universidade Stanford.

Não há motivo que justifique o abandono dos filhos por parte dos pais. Não há filhos que aceitem, de boa vontade e em sã consciência, trocar o afeto dos pais por qualquer outro tesouro. Pensemos nisso!

(desconheço a autoria)


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mar
15
Um celeiro chamado diHitt

Neste pouco tempo que tenho estado como membro do diHitt pude observar muitas coisas boas, as quais motivaram-me a escrever este post.

O celeiro é, em suma, um “depósito de provisões”. Provisão designa, dentre outras, “abundância de coisas necessárias ou proveitosas” [Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa].

Percebi que o diHitt é aquele celeiro (de coisas necessárias e proveitosas) que alguns de nós procuramos. Semelhante aquele “mercado” imenso, que tem de tudo, necessitando de um tempo a mais para aproveitar tudo, ou quase tudo.

Há pouco mais de dois anos, minha filha Evelyn criou o De Coração pra Coração, a fim de alegrar o meu dia-a-dia, na minha luta contra a enfermidade. Nele venho compartilhando minha experiência de vida e testemunho de fé, ao mesmo tempo que busco passar aos meus visitantes o quanto é importante crer que, qualquer que seja o nosso problema, pode ser revertido pelo poder de Deus. E, qualquer que seja a nossa alegria, ainda que por um bombom ou uma flor recebidos, que muito nos alegrou e fez bem, devemos agradecer a Deus.

Encontrei no diHitt muitas coisas necessárias e proveitosas. Assim como o ar que respiramos e a saúde (e tantas outras mais), os amigos nos são tão necessários que é impossível vivermos sem eles. Em tão pouco tempo conheci pessoas que são como eu: humanas. Que têm problemas, que buscam conquistar o seu espaço, que aspira um pouco de diversão. Ainda que pareça redundante, há espaços aqui na net que, quando “entramos”, temos a sensação de estarmos noutro mundo, de “não-humanos ou ETs”.

O diHitt faz parte deste mundo virtual – a internet – mas que é tão real, pois notamos a ausência ou o “sumiço” de pessoas amigas, com as quais nos identificamos e, por isso mesmo, sentimos saudades. Há momentos que nos alegramos com palavras bonitas, de elogios e lisonjeiras. Em outros, sentimo-nos feridos, e porque não dizermos magoados, quando interpretamos mal algo que alguém escreveu, mas que não tinha esta intenção. Há que se ressaltar que, às vezes, escrevemos algo que também não soa bem “ao ouvido” do outro, e vem causar aquelas coisinhas desagradáveis, que muitas vezes chamamos de “polêmicas” (algumas acabam virando, de fato). É o jeito de escrever e de falar que cada um tem, que também tenho tentado aprender, haja vista que lido com muitas pessoas no meu dia-a-dia.

Uma outra coisa tão necessária à nossa sobrevivência, neste mundo de descobertas, de avanços tecnológicos; de cada dia uma novidade, uma surpresa; está o saber, compartilhado nas mais diversas áreas do conhecimento e da vida aqui no diHitt. É outra coisa a me fascinar por aqui. Até bem pouco tempo não estava inteirado sobre vários assuntos e nem me interessava por eles, pois estava focado apenas naquilo que pensava ser o suficiente para mim. Contudo, os bons posts, com conteúdo e qualidade; as informações técnicas, de forma decodificada e inteligível; a responsabilidade e seriedade na conduta de postar de alguns, ao mesmo tempo que alegra, diverte e realiza aquele que escreve e o outro que lê, tem me gratificado o investimento de algum tempo neste espaço.

Há quem pense que blogueiro é “alguém que não tem o que fazer” ou, então, uma vez obrigado a ficar em casa “porque está chovendo forte e não tem como sair para se divertir”, logo, foi para o computador “escrever besteiras”. Ou, ainda, que “não passamos de um bando de inúteis, a produzir nada para nada”. Na realidade, o diHitt tem reunido pessoas da melhor qualidade, com objetivos bem definidos, a fim de “trocar idéias”, oferecer o que tem de melhor, de forma menos técnica, (automatizada) como entrar no Google, clicar em pesquisar, e pronto: obtem-se milhões de sites que, na maioria das vezes, nos leva a lugar nenhum.

Estou certo de que no começo “tudo são flores”. Ficamos tal qual a criança que está felicíssima por ganhar a sua bicicleta. No primeiro tombo, os “arranhões e machucados” fazem-na pensar em abandonar ou desprezar o presente. Num espaço onde se reúnem pessoas, todos estamos sujeitos a aborrecimentos, decepções e frustrações e outras coisas mais desagradáveis. Porém, o meu desejo é que o diHitt seja, para mim e para você, um lugar para coisas boas. Semelhante a um parque de diversões. Todos nós (creio que a maioria já foi a um) vamos a um parque de diversões para levar alguém a se divertir (um irmão mais novo, um filho, um sobrinho…) e também se divertir. Neste ínterim, deparamo-nos com outras pessoas que ali estão para o mesmo fim. E todos se divertem e compartilham seus divertimentos.

Escrevi este post para mim e para você meu amigo e amiga diHittianos. Uma mensagem do meu coração para o seu coração. De alguém que deseja tudo de bom para sua vida. Almejando chegar perto daquelas mensagens e notícias maravilhosas que tenho lido por aqui, juntamente com comentários e palavras de carinho e incentivo.


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mar
14
Poesia, linda forma de inspirar a vida

Neste Dia Nacional da Poesia, gostaria de homenagear dois poetas evangélicos, cujas vidas dedicaram ao serviço do Senhor e também do próximo: Myrtes Mathias e Mário Barreto França.
Seus poemas inspiraram-se, desde a infância, a dedicar minha vida ao serviço do Mestre. Hoje, como pastor, fico um pouco triste, pelo fato de as poesias não mais fazerem parte dos nossos cultos e programações. A meu ver, a poesia tem o seu espaço e cumpre bem o papel de inspirar e falar aos corações do ouvinte, a exemplo dos belíssimos salmos, que levaram os hebreus a entoar louvores ao Deus de Israel.

Todos precisam saber
Myrtes Mathias

ministros-nacionaisA coisa principal pela qual viver
É a vida eterna. E a vida eterna
É a Deus conhecer e em Jesus Cristo ver
O Caminho, a Verdade e a Vida:
Todos precisam saber.
Pelos vales, pelos montes, como um rio, como fontes,
Seu amor deve alcançar todo o Brasil, tão lindo,
Tão rico, mas tão sofrido, com tantos filhos perdidos,
Milhões deles tão distantes, outros tão juntos demais,
Que clamam por um espaço:
– Senhor, estende teus braços,
Todos precisam de paz!
Como as águas dos ribeiros seguindo o rumo traçado
Desde o princípio por Ti,
Move mente e corações para que hoje Te conheçam
E a Teu Filho reconheçam,
Porque isto é a vida eterna que já começa aqui.
Paz e justiça se encontrem neste deserto, Senhor,
Que é a alma do nosso povo clamando por mundo novo,
O seu grito de socorro para sempre transformado
Em um hino de louvor.

É sempre justo o que Deus faz
Mário Barreto França

tn_pensando-no-pouco-que-haAo ler as Sagradas Escrituras
de Deus, de Suas crenças puras,
sinto que algo de bom nos satisfaz,
porquanto tudo o que é celeste
de uma beleza sã se veste:
– É sempre justo o que Deus faz.

Nos meus instantes de tristeza,
quando minha alma à dor é presa,
suplico aos céus paciência e paz,
eu sinto então que o Pai me escuta
e dá-me alívio nessa luta:
– É sempre justo o que Deus faz.

Quando o desânimo me alcança,
arrebatando-me a esperança
e me obrigando a olhar atrás,
eu clamo aos céus, de porta aberta
que do fracasso me liberta:
– É sempre justo o que Deus faz.

pensando21

Quando parece que a derrota
meu ser em crise logo nota
e ao meu redor nada me apraz,
eu ouço logo nesse instante
a voz do céu dizer-me: – Avante!
Que é sempre justo o que Deus faz.

Quando o pecado atroz insiste
que eu faça o mal, o mal conquiste,
ao Pai Celeste eu clamo mais
e Ele me dá novo incentivo
em cujo bem desperto e vivo:
– É sempre justo o que Deus faz.

Se tu estás enfraquecido
porquanto aos erros dás ouvido
e às faltas vis, ouvido dás,
apela ao Pai com fé e zelo
que Ele ouvirá o teu apelo:
– É sempre justo o que Deus faz.


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