jul
10
Rio de Janeiro: Cidade reconhecidamente Maravilhosa

Que tal passar suas férias numa Cidade que é reconhecidamente Maravilhosa? Você pode conhecer o Cristo, andar nos bondinhos do Pão de Açucar, do Corcovado ou de Santa Teresa. Mergulhar nas mais belas e famosas praias do mundo, como: Copacabana, Ipanema, Leblon, Recreio ou Barra da Tijuca. Saltar de asa delta da Pedra Bonita. Conhecer lindos locais como o Jardim Botânico, a Quinta da Boa Vista ou a Vista Chinesa. E não é só isso! Desfrute ainda do carinho hospitaleiro do povo carioca. Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa. Terra onde nasci, onde vivo, que muito amo e passo minhas férias permanentes.


rio_de_janeiro_cidade_reconhecidamente_maravilhosa

Estou participando da Blogagem Coletiva do Aldeia da Minha Vida, a acontecer de hoje (10) a 28 desse mês de julho. O concurso apresenta uma novidade:
Haverá um prémio para o melhor post (texto e fotografia) e outro para o melhor comentário efetuado no Aldeia da Minha vida.
O melhor artigo (texto e foto) será indicado pelos votos dos leitores (49% da votação) e do Júri (51%). O melhor comentário será selecionado pelo júri.

selo_as_ferias_da_minha_vida

Vote no melhor texto e convide os seus amigos a votar e comentar. Faça comentários criativos e convide os seus amigos para participar também. Lembre-se, o melhor comentário também será premiado.


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png







jul
7
Por que os cachorros mordem as pessoas

Faz sentido o e-mail que recebi: alguns cachorros mordem seus donos e com muita “razão”. Sem muitas palavras, pois as fotos dizem tudo. Nenhum deles merecem seus donos. Mas seus donos bem que merecem boas mordidas.


por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas2

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas3

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas4

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas5

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas6

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas7

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas8

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9a

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9b

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9c

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9d

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9e

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9f

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9g

por-que-os-cachorros-mordem-as-pessoas9h

mordida_cachorro


Agora eu entendo… as mordidas.


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png







jul
4
Amigos fazem os nossos dias serem especiais

O diHitt tem proporcionado a mim e à Sonia momentos de muitas alegrias e realizações. Na última quarta-feira, dia 1º de julho, tivemos a oportunidade de conhecermos a Sissy, Simone Mascarenhas, do BLOGZOOM e do Masquerade; uma fadinha amiga desde o nosso ingresso no diHitt. Foi um encontro breve, porém muito proveitoso.


conhecendo-a-sissy-01-07-09a

Almoçamos, batemos papo, falamos um pouquinho de cada um; rimos bastante, brincamos, tiramos fotos… tudo meio que vapt-vupt, mas foi uma alegria só.

almoco

Combinamos cada um fazer o seu registro. Sonia escreveu: “Uma amizade pra lá de real” e Sissy “Sì ! Regly’star in Blogzoom!”. Ninguém ficou sabendo o que o outro ia escrever. Apenas linkaríamos os posts, para que vocês pudessem ver o que aquele momento representou para nós. E aqui está o que registrei.


Compartilhei com a Sonia, e depois com a Sissy, a minha ansiedade quanto a realização do exame. Mesmo tendo feito vários do tipo, o daquela quarta-feira reservava uma série de expectativas desagradáveis. Mas, apesar da demora, das muitas perguntas e avaliações, tudo transcorreu dentro da normalidade. Quando saí da sala, encontrei minha mulher e a Sissy conversando. As duas estavam preocupadas porque demorara além do normal. Abriram um sorriso quando me viram e vi o quanto encontrar a nossa amiga lhe fizera bem para nós: primeiro à Sonia e depois a mim.

Minha percepção foi a de que, mesmo com o seu dia tomado por compromissos, a Sissy reservou sua hora de almoço para oferecê-la a nós: primeiro esteve ali o tempo todo com a Sonia, enquanto eu fazia o exame. Ao mesmo tempo que se conheciam, batiam papo, Sonia relaxou. Por minha vez, ao ver nossa amiga junto à minha mulher, fiquei também mais tranquilo. Estava ainda um pouco atordoado com a barulheira da ressonância magnética, do contraste que me foi aplicado e as demais recomendações. Senti-me aliviado e descansado, por perceber que Sonia também relaxara e sorria ao me ver.


sissy-e-sonia

Mesmo tendo as suas preocupações, Sissy dedicou-nos um tempo do seu dia-a-dia para estar conosco: nas ligações telefônicas, buscando saber sobre nós; ao colocar-se à disposição e nos oferecer o que possuía de mais precioso: a amizade, a solidariedade, a presença. Até mesmo no dia do encontro ela fez questão de dizer: vou levar vocês num lugarzinho todo especial para almoçarmos juntos; a comida é boa e o local é aconchegante. E era mesmo. Sissy pensou até nas fotos: “Vamos na pracinha, para tirarmos umas fotos legais”. Os fotógrafos é que não ajudaram muito, mas tudo bem.

na-pracinha

O encontro com a Sissy me mostrou ainda outras coisas, as quais faço questão de destacar. Primeiro, porque já foi registrado em nossas vidas. Segundo, a amizade é de fato um dom de Deus e um presente dEle a nós humanos.

O que posso dizer da Sissy e para a Sissy é que o nosso encontro foi precioso para nós. Pela pessoa que você; que não é diferente do diHitt, dos telefonemas. É igual a nós, simples, gente como a gente. Melhor que tudo: uma amiga que se fez presente, que desejou nos conhecer e se nos deu a conhecer.

Ficou reservado o gostinho para um novo encontro. Mas esta será uma nova história para o diHitt.


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png







jul
1
Da diversão às reflexões: “Maria Souza” à “maria-fumaça”

Recebi o convite para “tomar ciência” – expressão comum aos candidatos de um concurso – do edital para o Concurso Público no diHitt. Li o regulamento. Gostei do post, onde o candidato deverá comentá-lo. Em seguida, torcer para que ele seja o 26º. Mas como? Quem ganha sempre o prêmio não é quem chega em primeiro? Pois é, nesse concurso o prêmio é para quem chega em 26º.

maria_souza_a_maria_fumaca1

A notícia da Maria Souza – Porto Alegre – RS (sua marca registrada) “MARIA SOUZA” À “MARIA FUMAÇA”, ao que parece, ainda não deu o que falar, acredito eu por alguns pequenos detalhes.

Onde se lê: “não deu o que falar”
Leia-se: “não apareceu o 26º comentário… AINDA”.

E lá vão os por quês:

Da diversão
Artigo 1º: Porque a palavra concurso é um caso sério em o nosso País. E como não podia deixar de ser, o da Maria tem também tem um edital, com regulamentos a serem cumpridos. Uns dizem que não participam de concursos, “porque é difícil”; outros, “porque não tem tempo para estudar”; alguns, “que não adianta fazer”, porque é “carta marcada”; e, além destas e muitas outras, “porque não tem padrinho ou pistolão”. Esta última, palavra feia e assustadora nestes dias de violência… rs).

Artigo 2º: Porque a Maria Souza não é a própria maria-fumaça. Ela apenas põe lenha na caldeira do diHitt. Este, está com um foguista “marcha-lenta” – melhor dizendo, puxavante travado, também chamado robô.

Artigo 3º: Porque pa-re-ce que ninguém deu muita bola para o post. Mas, é como denorex: parece, mais não é. Pois muita gente já leu e está fazendo de conta que não leu. Abre o diHitt, cola o link do post na barra de endereços, e conta quantos comentários tem: “Ah! Ainda tá (e não está) longe! Ainda falta uns… e vai lá e conta: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24 até a hora deste post.

§ primeiro: os comentários da Maria não contam, portanto, volte lá e conte de novo.

§ segundo: recontando os comentários, até a hora do post, apenas 11 haviam comentado o post… (Ha!Ha!Ha! A Maria só respondeu, e não conta… AI! eu aperto o meu pescoço!… rs).

Artigo 4º: Porque o “deu o que falar” é o 26º comentário, que ainda não foi feito, está claro? Este
sim, vai vai dar o que falar, porque terá muitos assuntos, gargalhadas e chororôs… Ah! Ia me esquecendo, terá também o prêmio.

§ primeiro: Dos assuntos, gargalhadas e chororôs: “foi hilário”, “Ah! Queria ganhar!”, “Poxa! Perdi por um comentário!”

§ segundo: GANHEI! FUI O 26º (quem não foi, arranque os cabelos). E, aí, a Maria virá com todo o seu jeitinho e dizer: “Daqui a pouco eu faço outro gente! Enquanto isso, tome um chimarrão tri-legal para esperar o próximo”.

Das reflexões

Artigo 1º – A vida é muito bela. É um dom de Deus. É para ser vivida, para si e para o próximo, como o mandamento: “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 19:19).

§ primeiro – Glorifique a Deus com o seu viver. Glorificar a Deus é ser-Lhe grato por todas as coisas: por ter nascido; por ser ímpar, nem mesmo os gêmeos monozigóticos são iguais; por ter vivido até aqui; por não ter tudo, mas por ser quem é.

Ensina-nos, assim, o Salmista: “Bom é render graças ao Senhor e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo! Anunciar de manhã a tua misericórdia e, durante as noites, a tua fidelidade” (Salmo 92:1-2).

§ segundo: Há coisas, momentos e situações, no presente ou no passado, que acontecem, surgem ou vivenciamos, que se assemelham às amarras que seguram a âncora de um navio. Mesmo que queira partir, o navio só seguirá avante se as amarras forem puxadas e levantar a âncora. Assim acontece com a vida da gente algumas vezes.

Levantar âncora, implica, em certas ocasiões, não olhar para trás, não considerar o que lhe fizeram, a afronta, o dano e a ofensa recebidos. É dizer para si mesmo: “Preciso seguir em frente”. É nestas horas que fazemos como a maria-fumaça que, aos poucos, vai soltando o puxavante, deixando a estação. Fazemos como a Maria Souza, que pegou a maria-fumaça, sentiu a brisa no rosto; se sentiu como criança; que esqueceu os problemas por alguns (ou muitos) instantes e abeberou-se da vida.

Andei de maria-fumaça, a locomotiva, apenas uma vez. Senti o cheiro da fumaça, o sacolejar do vagão e o solavanco da partida. Mas tenho andado de marias-fumaças algumas vezes, nestes meus 51 anos, mesmo em plena época do metrô ou do trem-bala. E, com a graça de Deus, chegado ao destino: da diversão às reflexões; das reflexões, ao aprendizado.

Artigo 2º – Compartilhe os bons momentos. Compartilhar envolve mais alguém, o outro. Ainda que seja por telefone, por email ou através de um post, compartilhe. Fiz a viagem com a Maria, não a fumaça, mas a Souza e pude olhar da minha janela que lá estavam também a sua mãe e suas irmãs.

§ único – Compartilhar implica numa decisão: dividir o que é seu, o que está com você, e dividir com o outro. Despojar-se de qualquer sentimento de que vai perder ou vão tomar de você, porque é singular. Não haverá outro igual, extamente igual – aconteceu agora, virão outros melhores ou, no máximo, parecidos, semelhantes… – porque este que você viveu é seu por excelência. Observe, quantos viajaram na maria-fumaça da Maria Souza? E quantos ainda viajarão por ela?

Artigo 3º – Premie o outro, o seu semelhante. Que seja com um simples “Olá!”, um abraço ou sorriso, mas premie. Geralmente quando vamos a algum ponto turístico procuramos um suvenir para oferecer àqueles que amamos. Premiar é recompensar. O prefixo “re” – de re-compensar – designa “repetição; intensidade; reciprocidade.

§ único: Um prêmio pessoal concede ao outro um pouco, ou muito, do seu doador. Ele faz com que o premiado
se lembre do momento em que recebeu e da pessoa que o concedeu. Se premiar com frequência – a recíproca é verdadeira e assim se aplica – receberá o mesmo ou tantos mais prêmios, na mesma proporção que será lembrado por todos que estão ou estiveram com você.

Eis porque o “Maria Souza” à “maria-fumaça” ainda não deu, mas estou certo de que dará muito o que falar.


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png