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	<title>Recebi, Li e Gostei</title>
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		<title>Brincando carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 05:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cenas do cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi do Iluminalma Vida em Cristo, texto de um escritor que muito aprecio, Dennis Downing. Compartilho por concordar que esta é uma realidade. Pena que nestes dias nem tudo acaba como no refrão do samba &#8220;pra tudo se acabar na quarta-feira&#8220;. Acaba pra sempre. &#160; &#160; &#8220;Era quarta-feira de cinzas. Estava sentado na frente da [...]]]></description>
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<p>Recebi do <a href="http://www.iluminalma.com/vec/1202/16-brincando-carnaval.html"><strong>Iluminalma Vida em Cristo</strong></a>, texto de um escritor que muito aprecio, Dennis Downing. Compartilho por concordar que esta é uma realidade. Pena que nestes dias nem tudo acaba como no refrão do samba <a href="http://letras.terra.com.br/martinho-da-vila/287450/">&#8220;<strong>pra tudo se acabar na quarta-feira</strong>&#8220;</a>. Acaba pra sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/hospitaissuperlotados.jpg"><br />
</center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Era quarta-feira de cinzas. Estava sentado na frente da pequena sala onde aplicava injeções na emergência do Hospital Getúlio Vargas. Corredor lotado. Macas enfileiradas dos dois lados. Só dava para uma maca ou cadeira de rodas passar pelo meio, e o que passava de bombeiros chegando e maqueiros voltando era impressionante. Emergência lotada em hospital público não é novidade. Mas, durante Carnaval parece cenário de filme de guerra.</p>
<p>&#8220;Meu amigo Tavares, um morador de rua, estava no hospital devido a uma “brincadeira” de outro “amigo”. O “amigão” dele achou engraçado dar algumas latas de &#8220;cana&#8221; para Tavares e depois jogá-lo no chão em cima de uma planta venenosa. Até hoje não descobri o nome daquela planta, mas, o que ela fez com o braço de Tavares era de espantar. Parecia queimadura de terceiro grau. Além de uma fratura no braço, ele também sofria com a pele ardendo e corria sério risco de infecção.</p>
<p>&#8220;Lá estavamos, sentados em cadeiras de plástico, aguardando as injeções: antitetânica, de um antibiótico e do analgésico que Tavares precisava para aguentar a dor. Ainda alimentamos uma pequena esperança de conseguir uma maca para ele, pois Tavares teria que passar alguns dias naquele corredor.</p>
<p>&#8220;Enquanto aguardávamos, eu olhei as paredes da sala. Estavam todas enfeitadas com detalhes de decoração de Carnaval – serpentinas em fita de papel, buzinas, balões e chapéus de isopor, e as tradicionais máscaras de todos os tipos. Tudo com cores berrantes. Parecia uma alegria só. Fiquei olhando para a decoração festeira e para os homens, mulheres e crianças imprensados nas cadeiras e enfileirados nas macas no corredor. Quanta festa! Quanta alegria! Quanta dor! Quanta tragédia!</p>
<p>&#8220;É claro que nem todas as dezenas de pessoas sendo atendidas na emergência estavam lá em decorrência do Carnaval. Mas, nos dias que sucederam, conversando com um e outro, descobri que vários estavam lá, sim, justamente como consequência dos acidentes, das bebedeiras, das brigas e agressões, enfim, das “brincadeiras” da grande festa do rei Momo.</p>
<p>&#8220;Sabia que o “rei Momo”, personagem da mitologia grega, era filho do sono e da noite, e, de acordo com a lenda, foi expulso do Olimpo por ridicularizar os outros deuses? Imagine como o verdadeiro Deus se sente nos dias do nosso Carnaval!</p>
<p>&#8220;Sabia que a palavra Carnaval vem do latim “carne levare” que significa “abstenção de carne”? A expressão originalmente se referia à tradição da igreja Católica instituida no século XI da Quaresma, um período de 40 dias de privações que se iniciava na quarta-feira de cinzas e terminava na Páscoa. Uma idéia interessante, certamente com boas intenções. Entretanto, a chegada do período de privações acabou incentivando a entrega aos prazeres da carne no período que antecedia esses dias de abstenção. Logo começou a nascer o espírito do nosso “Carnaval”.</p>
<p>&#8220;Enquanto olhei os enfeites bonitos e alegres nas paredes da emergência, não podia deixar de ser comovido pelo contraste com os corpos agredidos, abusados e quebrados ao meu redor. Não havia lugar para se sentar. Um homem tentava dormir numa cadeira. Mãe e filha encolhidas em outra. Só dava para imaginar o que havia sucedido. Um senhor de idade vagava de sala em sala buscando uma pessoa para autorizar um raio-x.</p>
<p>&#8220;Conversei com os parentes de um jovem que sofreu um derrame. Veio de outro estado brincar carnaval aqui. E acabou em tragédia, paralisado em cima de uma maca. O irmão, perplexo, só olhava para o espaço. Ele aceitou, grato, uma folha com um salmo. Não tenho a coragem em lugares assim de “pregar”. Alguns tem. Eu não tenho. Só consigo fazer uma pergunta ou outra para compreender um pouco melhor o que estão passando. Escuto. Oro. Compartilho um salmo. É o que precisam.</p>
<p>&#8220;Fiquei olhando as máscaras na parede. O que talvez para alguns era um adereço alegre, para mim, parecia algo sinistro. Comecei a pensar, por que máscaras? Para que encobrir? Ocultar o que? O que se tem a ganhar com isso? Quem tem a ganhar com isso? Aí, me lembrei de quem encobre, esconde e finalmente engana. É o pai de tudo isso. É a arte, a profissão dele.</p>
<p>&#8220;Carnaval. É uma alegria só. Não é verdade? É o grande momento dos adultos “brincarem”. Sim, claro.</p>
<p>&#8220;Só não entendo por que os bancos de sangue tem que fazer tantos apelos nas semanas que antecedem Carnaval. Não faz sentido para mim por que o estado tem que mobilizar tanto policial nesses dias tão alegres. É um mistério por que as emergências ficam lotadas e o movimento no IML se torna tão intenso num momento tão festeiro. Nunca entendi por que aquela minha amiga que é obstetra diz que daqui a nove meses vai nascer tanto bebê nas maternidades públicas, e estranhamente de tantas mães solteiras. Estranho. Não dá para entender. Deve ser coincidência.</p>
<p>&#8220;Carnaval é uma alegria só, não é? Vai se juntar? Vai se divertir? Vai brincar? A escolha é sua. Mas, se for, não esqueça sua máscara.&#8221;</p>

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		<title>O homem que dirigiu o mesmo carro por 82 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 01:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine&#8230; Você ter o mesmo carro e dirigi-lo por 82 anos? Mr. Allen Swift (Springfield, MA.) recebeu de seu pai um carro zero como presente de formatura em 1928. Não era um popular, mas era um carrinho básico: um Rolls-Royce Picadilly Roadster ano 1928 P1. Mr. Swift o dirigiu até à sua morte, em 2010, [...]]]></description>
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<p>Imagine&#8230; Você ter o mesmo carro e dirigi-lo por 82 anos?
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Rolls-RoycePicadilly.jpg"><br />
</center></p>
<p>Mr. Allen Swift (Springfield, MA.) recebeu de seu pai um carro zero como presente de formatura em 1928. Não era um popular, mas era um carrinho básico: um Rolls-Royce Picadilly Roadster ano 1928 P1.</p>
<p>Mr. Swift o dirigiu até à sua morte, em 2010, com a idade de 102 anos. Ele era o proprietário mais antigo de um carro comprado novo, que foi doado a um museu de Springfield, depois de sua morte.</p>
<p>Ele rodou 1.070 mil milhas  (1 milha = 1,6 km). O motor ainda funciona como um relógio suíço, baixo ruído, em qualquer velocidade, e está em perfeitas condições, mesmo com 82 anos. Rodou cerca de 1.712.000 km (20.878 km por ano).</p>

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		<title>Obrigado, Senhor, pelo 2011 que vai, pelo 2012 que chega!</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[2011 está quase passando e eu aqui pensando nas muitas coisas que aconteceram em um ano que quase já se foi. Foi um ano de confirmação das promessas de Deus para a minha vida. Os textos que li na palavra de Deus geraram vida, passaram a existir, quando a perspectiva era quase remota: “Porque há [...]]]></description>
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<p><strong>2011</strong> está quase passando e eu aqui pensando nas muitas coisas que aconteceram em um ano que quase já se foi.</p>
<p>Foi um ano de confirmação das promessas de Deus para a minha vida. Os textos que li na palavra de Deus geraram vida, passaram a existir, quando a perspectiva era quase remota: “<strong>Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta.</strong>” Jó 14:7-9</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/eu2011.jpg"><br />
</center></p>
<p>Provérbios é o livro da bíblia com o qual me identifico bastante. Suas mensagens parecem apontar situações corriqueiras, do dia-a-dia, levando-nos a pensar como proceder corretamente.</p>
<p>“<strong>Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.<br />
Isto será saúde para o teu âmago, e medula para os teus ossos.</strong>” (Prov. 3:5-8)</p>
<p><strong>2012 </strong>se aproxima e, com ele, projetos, sonhos, desejo de realizar, de conquistar&#8230; Por certo será um ano de muitas tomadas de decisões. Mas&#8230; como fazer? Como acertar? Como não errar? Confiando no Senhor de todo o coração. Somente ele pode dar a resposta certa dos lábios. Somente ele pode confirmar as nossas obras. Somente ele pode pesar o que está no fundo do nosso ser.</p>
<p>“<strong>Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR a resposta da língua. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.</strong>” (Prov. 16:1-3).</p>
<p>Quero continuar sonhando, Senhor! Quero continuar trabalhando e vivendo para Ti! Sei que já escreveste o meu número de dias. Que eu consiga glorificar o teu nome em todos eles, enquanto me permitir viver.</p>
<p>“<strong>Antes mesmo do meu corpo tomar forma humana Tu já havias planejado todos os dias da minha vida; cada um deles estava registrado no teu livro! </strong>(Sal. 139:16)</p>
<p>Muitos sonhos se tornaram realidade em minha vida em 2011: o ministério pastoral, voltar a dirigir, voltar para casa depois de dois anos de obras, ver novamente as plantas florindo e a goiabeira e aceroleira carregadinhas, casamos a caçulinha&#8230; Que coisa maravilhosa! A jabuticabeira que chegou no finalzinho de 2010, frutificou várias vezes em 2011 e parece querer terminar o ano com algumas jubuticabinhas só para não passar em branco. Parece bobeira, mas não&#8230; estou feliz com Jesus! Meu Senhor tem me abençoado sobremaneira.</p>
<p>Pastorear o rebanho de Deus foi o grande acontecimento em minha vida. Interessante foi Deus me levar de volta ao lugar onde comecei a dar os meus primeiros passos: num quintal da Rua Rio Grande do Sul, onde,na mesma rua, está a Primeira Igreja Batista em Presidente Juscelino. Que coisa tremenda ver aquele lugar que na minha infância tinha poucas casas&#8230; pouco tudo&#8230; e naquele pouco de cada coisa Deus plantou ali uma igreja e me levou para nela servi-lo e também aos meus irmãos.</p>
<p>Meu coração parece querer explodir de alegria&#8230; Quero expressar minha gratidão como o salmista:  &#8220;<strong>Quão grandes são, SENHOR, as tuas obras! Mui profundos são os teus pensamentos. Grandes são as obras do SENHOR, procuradas por todos os que nelas tomam prazer.</strong>&#8221;   (Sal. 92:5 e 11:2).</p>
<p>Quero cantar com os <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&#038;v=lWA3Dm7nADk#!">Vencedores por Cristo</a> a canção “<a href="http://letras.terra.com.br/vencedores-por-cristo/547544/">Rei das Nações</a>”, com nunca cantei antes:</p>
<p>“<strong>Grandes são as tuas obras,<br />
Senhor todo-poderoso;<br />
Justos e verdadeiros são os teus caminhos.</p>
<p>Ó, Rei das nações,<br />
Quem não temerá?<br />
Quem não glorificará teu nome?<br />
Ó Rei das nações,<br />
Quem não te louvará?<br />
Pois só teu nome é santo.</p>
<p>Todas as nações virão<br />
E adorarão diante de ti,<br />
Pois os teus atos de justiça se fizeram manifestos!</strong>”</p>
<p>Gostaria de poder abraçar e beijar toda a minha família, parentes, irmãos em Cristo e amigos nesta passagem de ano. Para agradecer o amor, o carinho, as orações, toda cooperação recebida; os presentes, que foram muitos esse ano&#8230; Mas, como cada um tem também os seus planos e a sua maneira de romper o ano, é provável que consiga fazê-lo apenas com os de casa e os irmãos na igreja. Amém! Está ótimo assim!</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/CultodePosse20.jpg"><br />
</center></p>
<p>Glorifico a Deus pelas bênçãos recebidas esse ano! Nossa, quantas bênçãos! Impossível contar, mas posso agradecer: Obrigado, Senhor, por cada uma delas!</p>

]]></content:encoded>
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		<title>Feliz vida nova!</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Feliz Vida Nova de Tim Archer Todo mundo gosta de coisas novas. Se você não acreditar, olhe ao seu redor para toda a propaganda que se vê. Produto novo. Fórmula nova. Olhar novo. Visual novo. Gosto novo. Novo é melhor. Absolutamente novo. Pessoas adoram o cheiro de um carro novo. A maioria de nós sequer [...]]]></description>
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<p><strong><a href="http://www.iluminalma.com/vec/0912/30-nova.html">Feliz Vida Nova<br />
de Tim Archer</a></strong></p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/felizvidanova_2.jpg"></center></p>
<p>Todo mundo gosta de coisas novas. Se você não acreditar, olhe ao seu redor para toda a propaganda que se vê. Produto novo. Fórmula nova. Olhar novo. Visual novo. Gosto novo. Novo é melhor. Absolutamente novo.</p>
<p>Pessoas adoram o cheiro de um carro novo. A maioria de nós sequer sabemos como aquele cheiro é. Alguns cientistas dizem que as substâncias químicas que compõem aquele cheiro são potencialmente prejudiciais a nós! Mesmo assim, gostamos de desfrutar daquele aroma que diz “Novo!” para nossos sentidos. Na realidade, as pessoas gostam tanto disso que você pode comprar “Cheiro de Carro Novo” engarrafado para borrifar em seu carro não-tão-novo-assim, só para enganar o seu nariz.</p>
<p>Por alguma razão, gostamos também do ano novo. Há a promessa de um novo começo. Ganhamos uma agenda nova só esperando que façamos a nossa marca. Pelo menos, assim parece. Em algum momento, no entanto, descobrimos que virando a página num calendário realmente não muda nossas vidas. Os problemas que estavam lá no ano anterior não desaparecem num passe de mágica quando o relógio toca meia-noite na véspera do Ano novo. É um ano novo, mas somos as mesmas pessoas de antes, vivendo as mesmas vidas de antes.</p>
<p>Eu quero um começo novo. Eu não quero “Cheiro de Vida Nova” borrifado em minha velha vida; Eu quero um verdadeiro novo começo. E eu sei onde encontrar. O apóstolo Paulo escreveu: “<strong>Se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!</strong>” (2 Coríntios 5:17). Em outra carta, ele falou para os cristãos em Roma: “<strong>Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova.</strong>” (Romanos 6:4). Deus não só borrifa um cheiro novo numa velha vida. Ele nos permite nascer novamente, enquanto nos dá uma vida completamente nova. O velho faleceu; o novo veio.</p>
<p>Aqueles entre nós que estão em Cristo também podem receber aquele novo começo. O apóstolo João escreveu: “<strong>Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.</strong>” (1 João 1:7). Jesus me purifica, limpa minha agenda, perdoa meus pecados e me permite começar tudo de novo. Continuamente. Enquanto eu ficar em contato com ele.</p>
<p>Esta é a época do ano quando as pessoas desejam um feliz ano novo uns para com os outros. Em vez disso, eu gostaria de lhe desejar uma feliz vida nova, vida nova em Cristo.</p>
<p>Se você não souber achar aquela vida nova, sugiro fazer esta oração: Senhor Deus, desejo começar uma nova vida. Em o nome do teu filho Jesus. Amém! E Deus lhe fará viver um novo começo, uma nova vida.</p>

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		<title>Um momento</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 15:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um momento de Max Lucado &#160; &#160; Tudo aconteceu num momento, um momento dos mais notáveis. No que se refere a momentos, esse não parecia diferente dos outros. Se você pudesse de alguma forma tirá-lo da linha do tempo e examiná-lo, ele pareceria exatamente igual àqueles que passaram enquanto você lia estas palavras. Ele veio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um momento<br />
  de Max Lucado</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/presepio.jpg"><br />
</center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tudo aconteceu num momento, um momento dos mais notáveis. No que se refere a momentos, esse não parecia diferente dos outros. Se você pudesse de alguma forma tirá-lo da linha do tempo e examiná-lo, ele pareceria exatamente igual àqueles que passaram enquanto você lia estas palavras. Ele veio e foi embora. Foi precedido e sucedido por outros justamente como ele. Foi um dos incontáveis momentos que marcaram o tempo desde que a eternidade pôde ser medida.</p>
<p>Mas, na realidade, esse momento particular não foi como nenhum outro. Porque através desse segmento de tempo ocorreu algo espetacular. Deus tornou-se homem. Enquanto as criaturas da terra andavam descuidadas, a Divindade chegou. Os céus se abriram e colocaram seu bem mais precioso num útero humano.</p>
<p>O onipotente, em um instante, se tornou frágil. O que fora espírito se tornou palpável. Ele que era maior que o universo veio a ser um embrião. E aquele que sustém o mundo com uma palavra decidiu depender para sua nutrição de uma jovenzinha.</p>
<p>Deus como um feto. A santidade adormecida num ventre. O criador da vida sendo criado. Deus ganhou sobrancelhas, cotovelos, dois rins e um baço. Ele se esticou contra as paredes, e flutuou no líquido amniótico da mãe. Deus se aproximara.</p>
<p>Ele veio, não como um lampejo de luz ou como um conquistador inacessível, mas como alguém cujos primeiros gritos foram ouvidos por uma camponesa e um carpinteiro sonolento. As mãos que o sustentaram pela primeira vez eram calosas e sujas, mal cuidadas.</p>
<p>Nenhuma seda. Nenhum marfim. Nenhuma festa. Nenhuma pompa. Se não fosse pelos pastores, não teria havido recepção. E se não fosse por um grupo de contempladores de estrelas, não haveria presentes.</p>
<p>Os anjos olhavam enquanto Maria trocava as fraldas de Deus. O universo observava maravilhado enquanto o Todo-poderoso aprendia a andar. Crianças brincaram na rua com ele. E se o líder da sinagoga em Nazaré soubesse quem estava ouvindo os seus sermões&#8230;</p>
<p>Jesus talvez tenha tido espinhas. Ele – quem sabe? – não tinha boa voz.  Uma garota da mesma rua pode ter-se interessado por ele e vice-versa. É possível que seus joelhos fossem ossudos. Uma coisa é certa: Embora completamente divino, Ele era completamente humano.</p>
<p>Durante trinta e três anos ele sentiu tudo que você e eu já sentimos. Sentiu-se fraco. Cansou-se. Temeu o fracasso. Gostava do sexo oposto. Pegou resfriados, teve problemas com o estômago e transpirava. Seus sentimentos ficavam feridos. Seus pés se cansavam e sua cabeça doía.</p>
<p>Pensar em Jesus dessa forma parece até quase irreverente, não é? Não é algo que gostemos de fazer, sentimo-nos pouco confortáveis. E muito mais fácil manter a humanidade fora da encarnação. Limpar a sujeira em volta do estábulo. Limpar o suor dos seus olhos. Pretender que ele nunca roncou, limpou o nariz ou bateu com o martelo no dedo. É mais fácil aceitá-lo desse modo. Há alguma coisa sobre mantê-lo divino que o conserva distante, acondicionado, previsível.</p>
<p>Mas não faça isso. Por favor, não faça. Permita que ele seja humano como pretendeu ser. Deixe que entre na sujeira e no lixo de nosso mundo. Pois só se o deixarmos entrar é que ele pode tirar-nos dele.</p>
<p>Ouça suas palavras:</p>
<p>&#8220;<strong>Ame seu próximo</strong>&#8221; foi dito por um homem cujos vizinhos quiseram matá-lo. (Mc. 12:30; Lc. 4:29)</p>
<p>O desafio para deixar a família em favor do evangelho foi feito por alguém que despediu-se da mãe com um beijo na porta de casa. (Mc. 10:29)</p>
<p>&#8220;<strong>Ore pelos que o perseguem</strong>&#8221; veio dos lábios que logo estariam suplicando que Deus perdoasse seus assassinos. (Mt.  5:44; Lc. 23:34)</p>
<p>&#8220;<strong>Estarei sempre com você</strong>&#8221; são as palavras de um Deus que num instante fez o impossível, a fim de tornar tudo possível para você e para mim. (Mt. 28:20)</p>
<p>Tudo aconteceu num instante. Num momento&#8230; um momento memorável. O Verbo se fez carne.</p>
<p>Haverá outro. O mundo verá outra transformação instantânea. Veja bem, ao tornar-se homem, Deus possibilitou ao homem ver Deus. Quando Jesus foi para casa ele deixou aberta a porta de trás. Como resultado &#8220;<strong>transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos</strong>&#8220;. (1 Cor. 12:51-52)</p>
<p>O primeiro momento de transformação não foi notado pelo mundo. Mas pode estar certo que isso não acontecerá com o segundo. Da próxima vez em que disser &#8220;um momento&#8230;&#8221;, lembre-se que esse é todo tempo que vai ser necessário para mudar o mundo.</p>

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		<title>Duas histórias fantásticas</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 23:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Máximas para a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Ético]]></category>

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		<description><![CDATA[História número um Há muitos anos, Al Capone controlava virtualmente Chicago. Capone não era famoso por nenhum ato heróico. Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos. Capone tinha um advogado apelidado &#8216;Easy Eddie&#8217;. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom! Sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>História número um</strong></p>
<p>Há muitos anos, Al Capone controlava virtualmente Chicago. Capone não era famoso por nenhum ato heróico. Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos. Capone tinha um advogado apelidado &#8216;Easy Eddie&#8217;. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom! Sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo.<br />
<center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Easy-Eddie-with-Capone.gif"></p>
<p>Capone e seu advogado &#8216;Easy Eddie&#8217;</center><br />
Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem. Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais. Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis. A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta.</p>
<p>No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco. Ele tinha um filho que amava afetuosamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação. Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado. Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor que ele. Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um nome bom ou um bom exemplo.</p>
<p>Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil. Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha participado.</p>
<p>Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al &#8216;Scarface&#8217; Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade. Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto. Ainda assim, ele testemunhou. Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago.</p>
<p>Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar. A polícia recolheu em seus bolsos um rosário, um crucifixo, uma medalha religiosa e um poema, recortado de uma revista.</p>
<p>O poema: &#8216;O relógio de vida recebe corda apenas uma vez e nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se mais cedo ou mais tarde.&#8221; </p>
<p>Filhos não seguem conselhos. Seguem exemplos.</p>
<p>Agora é o único tempo que você possui. Viva, ame e trabalhe com vontade. Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento.&#8217;</p>
<p><strong>História número dois</strong></p>
<p>A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis. Um deles foi o Comandante Butch O&#8217;Hare. Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul.<br />
<center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Butch-OHare.jpg"></p>
<p>Comandante Butch O’Hare<br />
</center><br />
Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão. Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém tinha esquecido de encher os tanques. Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio. O líder do vôo o instruiu a voltar ao porta-aviões. Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota.</p>
<p>Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana. Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque. Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do perigo. Havia apenas uma coisa a fazer. Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira..</p>
<p>Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses. Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro. Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou. Ainda assim, ele continuou a agressão. Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para voar. Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção.</p>
<p>Profundamente aliviado, Butch O&#8217;Hare e o seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões. Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o acontecido. O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes. Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota. Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas.</p>
<p>Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra. No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de idade. Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da 2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O&#8217;Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem.</p>
<p>Assim, se porventura você passar no O&#8217;Hare International, pense nele e vá ao Museu comemorativo sobre Butch, visitando sua estátua e a Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2.</p>
<p><strong>O que têm estas duas histórias de comum entre elas?</strong></p>
<p>Butch O&#8217;Hare era o filho de Easy Eddie.</p>

]]></content:encoded>
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		<title>No tempo da minha infância</title>
		<link>http://recebiliegostei.com/14/09/2011/no-tempo-da-minha-infancia/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 00:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cenas do cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Máximas para a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi de um amigo querido &#8211; Álvaro Muzzi &#8211; que sempre me presenteia com preciosidades como essa. Vontade de ser criança outra vez&#8230; &#8220;No tempo da minha infância&#8221; &#8211; versos de Ismael Gaião &#8220;No tempo da minha infância, nossa vida era normal. Nunca me foi proibido comer muito açúcar ou sal. Hoje tudo é diferente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Recebi de um amigo querido &#8211; Álvaro Muzzi &#8211; que sempre me presenteia com preciosidades como essa.<br />
Vontade de ser criança outra vez&#8230;</p>
<p>&#8220;<strong>No tempo da minha infância</strong>&#8221; &#8211; versos de <a href="http://www.portaldocordel.com.br/cordelistaIsmaelCosta.html"><strong>Ismael Gaião</strong></a></p>
<p>&#8220;No tempo da minha infância, nossa vida era normal.<br />
Nunca me foi proibido comer muito açúcar ou sal.<br />
Hoje tudo é diferente sempre alguém ensina a gente<br />
Que comer tudo faz mal.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_1-comendodoce.jpg"></center></p>
<p>Bebi leite ao natural, da minha vaca Quitéria,<br />
E nunca fiquei de cama com uma doença séria.<br />
As crianças de hoje em dia não bebem como eu bebia<br />
Pra não pegar bactéria.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_2-bebendoleitedevaca.jpg"></center> </p>
<p>A barriga da miséria tirei com tranquilidade,<br />
Do pão com manteiga e queijo hoje só resta a saudade.<br />
A vida ficou sem graça, não se pode comer massa.<br />
Por causa da obesidade eu comi ovo à vontade,<br />
Sem ter contra indicação, pois o tal colesterol<br />
Pra mim nunca foi vilão.<br />
Hoje a vida é uma loucura, dizem que qualquer gordura<br />
Nos mata do coração.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_3-pocommanteiga.jpg"></center></p>
<p>Com a modernização, quase tudo é proibido<br />
Pois sempre tem uma Lei que nos deixa reprimido.<br />
Fazendo tudo que eu fiz, hoje me sinto feliz<br />
Só por ter sobrevivido.<br />
Eu nunca fui impedido de poder me divertir,<br />
E nas casas dos amigos eu entrava sem pedir.<br />
Não se temia a galera, e naquele tempo era<br />
Proibido proibir</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_4-proibido.png"></p>
<p></center> </p>
<p>Vi o meu pai dirigir numa total confiança,<br />
Sem apoio, sem &#8220;air-bag&#8221;, sem cinto de segurança;<br />
E eu no banco de trás solto, igualzinho aos demais,<br />
Fazia a maior festança</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_5-rural-70.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>No meu tempo de criança, por ter sido reprovado,<br />
Ninguém ia ao psicólogo, nem se ficava frustrado.<br />
Quando isso acontecia, a gente só repetia<br />
Até que fosse aprovado.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_4-erasoaprender.jpg">
<p>&nbsp;</p>
<p></center>  </p>
<p>Não tinha superdotado, nem a tal dislexia,<br />
E a hiperatividade é coisa que não se via.<br />
Falta de concentração se curava com carão<br />
E disso ninguém morria.</p>
<p>Nesse tempo se bebia água vinda da torneira,<br />
De uma fonte natural ou até de uma mangueira.<br />
E essa água engarrafada, que diz-se esterilizada,<br />
Nunca entrou na nossa feira.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_6-aguadatorneira.jpg"><br />
</center> </p>
<p>Para a gente era besteira ter perna ou braço engessado,<br />
Ter alguns dentes partidos, ou um joelho arranhado.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_quebraduras.jpg"></p>
<p></center>  </p>
<p>Papai guardava veneno em um armário pequeno<br />
Sem chave e sem cadeado.<br />
Nunca fui envenenado com as tintas dos brinquedos,<br />
Remédios e detergentes se guardavam sem segredos.<br />
E descalço, na areia, eu joguei bola de meia<br />
Rasgando as pontas dos dedos.</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/5-tampo.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>Aboli todos os medos apostando umas carreiras<br />
Em carros de rolimã sem usar cotoveleiras.<br />
Pra correr de bicicleta nunca usei, feito um atleta,<br />
Capacete e joelheiras.<br />
Entre outras brincadeiras, brinquei de carrinho de mão,<br />
Estátua, jogo da velha, bola de Gude e pião.<br />
De mocinhos e &#8220;caw-boys&#8221; e até de super-heróis<br />
Que vi na televisão.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_brincadeiras.jpg"></p>
<p></center>  </p>
<p>Eu cantei Cai, Cai, Balão; Palma é palma, Pé é pé;<br />
Gata Pintada; Esta Rua; Pai Francisco e De Marré.<br />
Também cantei Tororó, brinquei de Escravos de Jó<br />
E o Sapo não lava o pé.</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/baterpalmas.jpg"><br />
</center>  </p>
<p>Com anzol e jereré, muitas vezes fui pescar,<br />
E só saía do rio pra ir pra casa jantar.<br />
Peixe nenhum eu pegava mas os banhos que eu tomava<br />
Dão prazer em recordar.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_pescando.jpg"></p>
<p></center>  </p>
<p>Tomava banho de mar na estação do verão<br />
Quando papai nos levava em cima de um caminhão.<br />
Não voltava bronzeado mas com o corpo queimado<br />
Parecendo um camarão.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_criancasNaPraia.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>Sem ter tanta evolução o &#8220;Playstation&#8221; não havia,<br />
E nenhum jogo de vídeo naquele tempo existia,<br />
Não tinha vídeo cassete, muito menos internet<br />
Como se tem hoje em dia.</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_banhodemangueira.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>O meu cachorro comia o resto do nosso almoço,<br />
Não existia ração nem brinquedo feito osso.<br />
E para as pulgas matar nunca vi ninguém botar<br />
Um colar no seu pescoço.</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_5-acao_osso.jpg"></p>
<p></center></p>
<p>E ele achava um colosso tomar banho de mangueira,<br />
Ou numa água bem fria debaixo duma torneira.<br />
E a gente fazia farra usando sabão em barra<br />
Pra tirar sua sujeira.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_5-b.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>Fui feliz a vida inteira sem usar um celular.<br />
De manhã ia pra aula mas voltava pra almoçar<br />
Mamãe não se preocupava pois sabia que eu chegava<br />
Sem precisar avisar.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_7-telefonedelata.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>Comecei a trabalhar com oito anos de idade,<br />
Pois o meu pai me mostrava que pra ter dignidade<br />
O trabalho era importante pra não me ver adiante<br />
Ir pra marginalidade.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_8-crianasecaf.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>Mas hoje a sociedade essa visão não alcança,<br />
E proíbe qualquer pai dar trabalho a uma criança.<br />
Prefere ver nossos filhos vivendo fora dos trilhos<br />
Num mundo sem esperança.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_criana.jpg"></p>
<p></center> </p>
<p>A vida era bem mais mansa,<br />
Com um pouco de insensatez.<br />
Eu me lembro com detalhes de tudo que a gente fez,<br />
Por isso tenho saudade, e hoje sinto vontade<br />
De ser criança outra vez&#8230;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_crianaoutravez.jpg"></p>
<p></center></p>

]]></content:encoded>
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		<title>O curioso fuso de 24 horas nas Ilhas Diomedes</title>
		<link>http://recebiliegostei.com/05/09/2011/o-curioso-fuso-de-24-horas-nas-ilhas-diomedes/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 20:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[A Rússia tem onze fusos horários. As ilhas onde EUA e Rússia se encontram e o Leste se torna Oeste. &#160; As ilhas Diomedes no horizonte: Dois continentes, dois países, duas culturas, dois regimes. &#160; Há um lugar no mundo em que os territórios dos Estados Unidos e da Rússia estão a menos de 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A Rússia tem onze fusos horários. As ilhas onde EUA e Rússia se encontram e o Leste se torna Oeste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes1.jpg"></center></p>
<p><center>As ilhas Diomedes no horizonte:<br />
Dois continentes, dois países,<br />
duas culturas, dois regimes.</center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há um lugar no mundo em que os territórios dos Estados Unidos e da Rússia estão a menos de 4 km de distância. Todavia, qualquer percurso entre eles terá uma diferença de 24 horas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes2.jpg"></center></p>
<p><center>Localização das ilhas Diomedes, perdidas entre 2 continentes</center> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos falando das desconhecidas e isoladas Ilhas Diomedes, no Estreito de Bering, a inóspita porção marítima que separa o Alasca do extremo leste da Ásia, por onde provavelmente os primeiros habitantes da América atravessaram para estas terras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes3.jpg"></center></p>
<p><center>Na Pequena Diomedes, seus habitantes espremem-se na íngreme encosta do território norte-americano</center> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As duas Ilhas, conhecidas como Grande Diomedes e Pequena Diomedes, são separadas por uma faixa de água de apenas 4 km, que fica congelada durante boa parte do ano, permitindo a passagem a pé entre elas. O curioso é saber que Grande Diomedes é o ponto mais a leste na Rússia, e Pequena Diomedes é o ponto mais a oeste dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes4.jpg"></center></p>
<p><center>Guerra Fria, um período para ser esquecido</center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o período da Guerra Fria, os nativos que habitavam as ilhas antes da colonização russa ou americana não podiam circular entre as ilhas, nem trocar qualquer tipo de informação, na área que ficou conhecida como &#8220;Cortina de Gelo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes5.jpg"></center></p>
<p><center>O povoado de Pequena Diomedes, com apenas 170 habitantes</center> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após o final da Segunda Guerra, todos os nativos da ilha russa de Grande Diomedes foram transferidos para o continente, e o arquipélago manteve um pequeno povoado apenas na ilha norte americana de Pequena Diomedes, que até hoje possui cerca de 170 habitantes, num dos locais mais isolados do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes6.jpg"><br />
Detalhe de Pequena Diomedes. Não parece nada agradável</center> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que torna o lugar ainda mais curioso é que exatamente entre as duas ilhas passa a &#8220;Linha Internacional de Data&#8221;, criando um fuso horário de nada menos que 24 horas numa distância que de tão pequena chega a ser visual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes7.jpg"><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_Internacional_de_Data">A Linha Internacional de Data passa exatamente entre as ilhas</a></center> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1987, um evento emblemático levou as pequenas ilhas às manchetes do mundo inteiro. A nadadora americana Lynne Cox atravessou os pouco mais de 3.700 metros que separam as ilhas irmãs, num gesto de aproximação entre as super potências que se esforçavam para estreitar os laços a tanto tempo separados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes8.jpg"><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lynne_Cox">Lynne Cox, um gesto caloroso em águas a 4° C</a></center> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, em tempos de paz, há vários projetos para criar monumentos que simbolizariam a paz entre os dois países. Num recente concurso, um projeto chamado de &#8220;Ponte da Memória&#8221;, ligando as duas ilhas,  ficou entre os campeões, no que seria a primeira ligação entre América e Ásia depois de dezenas de milhares de anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes9.jpg"></p>
<p>Projeto para Ponte entre as ilhas, conhecida como &#8220;Ponte da Memória&#8221; </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/Diomendes10.jpg"><br />
Detalhe do Projeto: uma fantástica obra de engenharia para poucos conhecerem</center> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Humberto Eco, em seu romance &#8220;A Ilha do dia anterior&#8221; explora muito bem as idiossincrasias de viver em Diomede.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/ilhadodiaanterior.jpg"></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Humberto Eco escreveu sobre o tempo: &#8220;<strong>Meia-noite de sexta-feira, aqui no navio, é meia-noite de quinta-feira na ilha. Se da América para a Ásia viajas, perdes um dia; se, no sentido contrário viajas, ganhas um dia: eis o motivo por que o [navio] Daphne percorreu o caminho da Ásia, e vós, estúpidos, o caminho da América. Tu és agora um dia mais velho do que eu! Não é engraçado?</strong>&#8220;</p>

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		<item>
		<title>Os Deveres do Escolar</title>
		<link>http://recebiliegostei.com/25/07/2011/os-deveres-do-escolar/</link>
		<comments>http://recebiliegostei.com/25/07/2011/os-deveres-do-escolar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 23:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, ao organizar alguns documentos, encontrei algumas páginas da Revista Nosso Amiguinho, do comecinho da década de 60. Amareladas pelo tempo &#8211; mais de 45 anos &#8211; as folhas contêm alguns rabiscos e anotações da minha mãe, que colecionava a revista quand eu tinha apenas seis anos. Os versos, de Walter Nieble de Freitas, revelam, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, ao organizar alguns documentos, encontrei algumas páginas da <a href="http://www.nossoamiguinho.com.br/">Revista Nosso Amiguinho</a>, do comecinho da década de 60. Amareladas pelo tempo &#8211; mais de 45 anos &#8211; as folhas contêm alguns rabiscos e anotações da minha mãe, que colecionava a revista quand eu tinha apenas seis anos.</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_2507201113802.jpg"></center></p>
<p>Os versos, de Walter Nieble de Freitas, revelam, de forma saudosa, o zelo com que eram tratados a escola, aluno, mestre, e tudo mais que envolvia a nossa educação.</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tn_escola.jpg"></center></p>
<p><strong>Os deveres do escolar</strong><br />
<strong>Walter Nieble de Freitas</strong></p>
<p>“Os deveres do escolar<br />
Já sabe você quais são?<br />
Vou dizê-los um a um,<br />
Preste, pois, muita atenção:</p>
<p>Compareça sempre à escola<br />
Pontualmente e asseado,<br />
Levando tudo o que o mestre<br />
Lhe tenha solicitado</p>
<p>Vá procurar sua fila<br />
Logo que o sinal for dado,<br />
Sem conversas e sem gritos,<br />
Conservando-se alinhado</p>
<p>Em aula, preste atenção<br />
Naquilo que o mestre ensina,<br />
Não converse, não graceje,<br />
Não perturbe a disciplina.</p>
<p>Se você faltar às aulas,<br />
Seja por forte razão;<br />
Neste caso, não se esqueça,<br />
Leve a justificação</p>
<p>As correrias e gritos<br />
Precisam ser evitados,<br />
E os brinquedos perigosos<br />
Não devem, ser praticados</p>
<p>Só se retire da classe<br />
Por extrema precisão,<br />
Quem procede desta forma<br />
Não interrompe a lição.</p>
<p>Não escreva nas carteiras,<br />
Nem jogue papel no chão;<br />
Estes atos só demonstram<br />
A falta de educação</p>
<p>Trate com zelo e carinho<br />
Do material escolar;<br />
Quem não cuida do que é seu,<br />
Do alheio vai precisar.</p>
<p>Leve depois de assinado,<br />
Bem limpinho o boletim;<br />
É caprichosa a criança<br />
Que procede sempre assim.</p>
<p>Lápis, caderno, borracha,<br />
Tudo aquilo que encontrar,<br />
Você deve incontinente<br />
Ao professor entregar.</p>
<p>Ao terminarem as aulas<br />
Evite brigas, fanfarras;<br />
Vá direto para casa<br />
Sem praticar algazarras.</p>
<p>As plantas e os animais<br />
São obras do Criador.<br />
É dever de gratidão<br />
Protegê-las com amor</p>
<p>Agora quero lembrar<br />
Um dever de honestidade;<br />
Nunca deixe que a mentira<br />
Tome o lugar da verdade</p>
<p>O nome de sua escola<br />
É patrimônio sagrado;<br />
É dever de todo aluno<br />
Mantê-lo sempre elevado</p>
<p>Não precisa o bom aluno<br />
Quem vigie os atos seus;<br />
Sabe ele que em toda parte<br />
Está a presença de Deus.”</p>

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		<title>Lembra da goiabada cascão? Olha o que eu fiz</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 02:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária e receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aquela goiabada que fiz na segunda-feira? Olha o que eu fiz com ela: uma torta Romeu e Julieta. Facinho, facinho de fazer. &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Massa: 2 pacotes de 200g de biscoito maizena 1 xícara de chá de manteiga ou margarina &#160; Recheio 1 lata de leite condensado (395ml) a [...]]]></description>
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<p>Sabe aquela goiabada que fiz na segunda-feira? Olha o que eu fiz com ela: uma torta Romeu e Julieta. Facinho, facinho de fazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tortaromeuejulieta1.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tortaromeuejulieta2.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tortaromeuejulieta3.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tortaromeuejulieta4.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tortaromeuejulieta5.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/tortaromeuejulieta6.jpg"><br />
</center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Massa:</strong><br />
2 pacotes de 200g de biscoito maizena<br />
1 xícara de chá de manteiga ou margarina</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recheio</strong><br />
1 lata de leite condensado (395ml)<br />
a mesma medida de leite (395ml; use a lata de leite condensado para medir)<br />
2 xícaras e meia de chá de ricota picada<br />
1 colher de sopa de farinha de trigo<br />
1 colher de sopa de Qualy derretida<br />
1 colher de sopa de  maisena</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cobertura:</strong><br />
200g goiabada derretida. Pode usar goiabada caseira (como a que eu fiz) ou daquelas em lata. É só cortar em pedacinhos, colocar um pouco de água e mexer com uma colher de pau até formar um creme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preparo</strong><br />
<strong>Massa</strong><br />
Triture os biscoitos. Em seguida junte a margarina e forme uma massa homogênea. Forre o fundo da forma de fundo falso. Se desejar, pode forrar a lateral com massa, altura de dois dedos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recheio</strong><br />
Bata no liquidificador: o leite condensado, o leite, a margarina, a ricota, a maisena e a farinha de trigo. até formar um creme. Despeje-o sobre a massa na forma. Em seguida, leve ao forno médio, pré-aquecido, por 40 minutos. Depois da assar, retire do forno e, ainda quente, cubra com a goiabada derretida. Ponha na geladeira e espere gelar para servir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quantos pedaços? Depende. Se a família for grande, deve repartir em pedaços que dê, pelo menos, um para cada. rs. Aqui em casa dá para cortar em quatro e comer bastante.</p>

]]></content:encoded>
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