ago
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Um Dia dos Pais muito hilário

Mudamos de residência há uma semana e hoje é o Dia dos Pais. Toda mudança gera uma série de outras mudanças e não podia ser diferente conosco. Mas desta vez parece que algumas coisinhas fugiram demais à normalidade. Sem internet há quase duas semanas, minha filha resolveu assinar uma 3G. O modem só dá sinal se pendurado na grade na janela. Aí pude compreender por que se chama 3G: o G é de grade. Além de só dar sinal se estiver dependurado, tive que colocar um chapeuzinho de papelão, para proteger o modem do sol e não esquentar ainda mais. Assim, o sinal chega a 50%, oscila com o vento e as batidas na grade.
Não foi diferente com a TV. Sem antena externa, partimos para uma interna improvisada. Esta, não dava nem o ar da graça. Apelamos para o bombril. E não é que deu certo! Pudemos ver o início do jogo.
Como é Dia do Pai, tive de preparar e servir sobremesa. As crionças queriam que eu liberasse o sorvete. Mas decidi que sobremesa natural é mais saudável. Então, servi laranja na piscina. Huahuahuahuahuahua… Bem brega. Levei uma vaia daquelas. Mas não liberei o sorvete.

Bem, o meu Dia do Pai foi assim:

1 – churrasco de asa de frango;

churrasquinho-de-asa

2 – sobremesa diet: laranja, no tabuleiro;

sobremesa-diet

3 – navegação na internet: modem 3G, pendurado na grade – leva de 5 a 10 minutos para abrir uma página e 20 minutos para fazer a upload da foto;

3g_-g-de-grade1

3g_-g-de-grade

4 – Flamengo X Coríntians: assistimos o jogo uma antena de TV interna, reforçada com bombril.

antena-reforcada

Bom mesmo foram as fotos com a família.

eu-e-meus-filhos
Eu e meus filhos (genros e neto) e filhas

eu-e-minhas-meninas
Eu e as minhas meninas


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jul
26
Para o meu avô

O que você faria se chegasse em casa e encontrasse, sobre o teclado do seu computador, um pacotinho “meio” que embrulhado, “meio” que amarrado para presente, com outro papel dobrado, assim escrito: “Para o meu avô”?

Logo de início percebi que Giovanna andara navegando com o meu PC. E fiquei maravilhado com a “surpresa” que ela disse ter preparado para mim: “Vô! Tem uma surpresa que eu fiz pra você bem no seu computador!”

E as surpresas eram estas: vários desenhos que fizera para mostrar o quanto tinha gostado dos lápis, canetinhas e caderno de desenho que eu e Sonia lhe demos.

Algumas ela disse espontaneamente o que desenhara. Outros, demonstrando certo enfado, simplesmente disse para eu escrever o que eu via. Vou tentar.


1-para-o-meu-avo
O envelope com a “surpresa”

2-para-o-meu-avo1
Giovanna e sua expectativa com a nova casa

3-familia
A flor, mamãe, papai, Gabriel, Giovanna, Dida e bebê. [Dida é a tia, Evelyn, que não tem bebê ainda]

4-giovanna-papai-e-mamae-na-janela-a-nova-casa-e-a-van
Papai e mamãe na janela da nova casa; Giovanna e a van que a leva para a escola

5-minha-mae-e-meu-pai
Mamãe e papai e a nova casa

6-giovanna-soltando-pipa
Giovanna soltando pipa

7-prova-da-professora-giovanna
Prova da professora Giovanna, com nota e questões, que ela disse não saber sobre o que…

8-varios
Este eu tive que decifrar: cartão de crédito, Giovanna, celular da Vivo, menino plantando cambalhota, o sol, Gabriel e a Giovanna novamente

9-sereia-e-os-peixinhos
Sereia e os peixinhos

10-sereia-seus-filhinhos-menores-e-mais-velho
Sereia, seus filhinhos “menores” e “mais velho”

11-carta-com-mamadeiras-para-garota-e-garoto2
Uma carta com bebês para eu tomar conta, mamadeira, termômetro, e os bebês embaixo com fraldas. Ao lado o selo da carta. Fiquei cansado só de pensar em cuidar destes bebês.


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abr
26
Meu pai já está em casa

A primeira etapa foi vencida para honras e glórias ao nosso Deus. A prótese foi retirada e correu tudo bem.
Meu pai já está em casa e muito bem. As dores que está sentindo são as normais de uma cirurgia.  Precisamos vencer a segunda etapa que é o resultado da biópsia da prótese e material colhido. Cinco vértebras acima da prótese (coluna dorsal) estavam infeccionadas. Todo o local foi tratado e agora é aguardar o resultado.  Este é o que definirá se ele permanece em casa ou volto ao hospital.
Oremos para que ele possa tratar em casa.
Obrigado por todas as palavras de apoio, carinho e as orações.
Abraço forte a todos vocês.

Evelyn Regly

Meu pai e minha mãe  na recepção do hospital – dia da cirurgia – 23-04-09
Eu e Sonia
Presença da família, muito importante
Família Unida
Em casa, ainda há pouco – 25-04-09
Em casa

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abr
14
Parada obrigatória para outra cirurgia

No próximo dia 16, quinta-feira, pela manhã, estarei me submetendo a outra cirurgia na coluna lombar, para retirada de uma das próteses.
A decisão médica deveu-se estar, há um ano e meio, com as vértebras D11 e D12 infeccionadas, sem regressão do quadro.
Outro fator que motivou a cirurgia foi a intensificação das dores no começo de março. Os exames mostraram que dois parafusos na parte superior da prótese se desprenderam e dois da parte inferior também se deslocaram, em virtude da infecção.

ultimatomografia

Esta é a oitava cirurgia. Quando da primeira, que durou quase 12 horas, o médico não colocou dreno local e toda secreção foi acumulando internamente, vindo a apodrecer. Esta secreção desencadeou uma série de infecções, obrigando-me a fazer outras cirurgias. A primeira prótese teve que ser retirada porque desmontou. Minha coluna ficou instável. Coloquei uma outra prótese por via anterior (abdômen) que não resolveu o problema. A instabilidade e as dores permaneceram.

Em agosto de 2007 tive que colocar uma nova prótese por via posterior (costas). Esta cirurgia durou cerca de 8 horas e correu tudo bem. Dois meses depois um ponto abriu inesperadamente. Foi constatada nova infecção. Em fevereiro de 2008 tive de ser internado às pressas e passei dois meses no hospital. Saí com o diagnóstico de infecção debelada. Porém, três semanas depois o ponto voltou a abrir e as dores aumentaram de novo.
Dois infectologistas foram categóricos em dizer que a prótese teria que ser retirada. Mas o meu médico alertou-me que se o fizesse, naquele momento, haveria o risco de sofrer um dano maior e recomendou-me a repousar bastante e esperar para ver se a artrodese se consolidava. Decorrido este tempo, as imagens revelaram o que disse acima: os parafusos começaram a se desprender e todo o material deve ser retirado. A expectativa é que a infecção cesse, e as dores diminuam em, pelo menos, 80%, ou até mesmo pare de incomodar.
Nestes últimos dias tenho recebido alguns emails com palavras de encorajamento, inclusive do pessoal do diHitt.
Na último sábado (10/04), o artigo “Quando a Máquina Falha”, publicado no seu blog e também no diHitt, pela escritora Ana Maria Ribas, tocou profundamente o meu coração, o que compartilhei através dos comentários. Declarei que, quando somos novos, não atentamos para os sinais que o nosso corpo dão. Quando nos damos conta o problema se agravou, a ponto de perdermos parte ou totalmente a saúde.
Quando a minha coluna começou a dar os primeiros sinais, estava eu com apenas 22 anos. Mas como precisava trabalhar (e quem não precisa?) e em dois empregos, para pagar a prestação do apartamento e sustentar a família, fui adiando esta parada para uma verificação mais apurada. Em setembro de 2004, já com meus 46 anos, a coluna me parou. Uma ressonância magnética apontou três hérnias de disco na coluna lombar, duas delas esgarçadas a ponto de encostar osso com osso. A cirurgia era iminente.
Aqui vai um toque de alguém que vem lutando para recuperar a saúde perdida. Se você nunca fez um check-up, ou já recebeu alguns sinais de que algo está errado com seu corpo, mas não parou “por falta de tempo”, “porque ainda não é hora”, “porque tem contas para pagar”, porque… porque… porque… Pare, antes que você seja parado, ou mesmo não haja mais tempo. Se você acha que a sua saúde vai bem, porque não sente nada, ótimo, mas faça um check-up para ter a certeza de que tudo está bem mesmo. Se o seu corpo já deu alguns sinais, mas você não ligou porque não voltou a acontecer, cuidado. Ainda está em tempo de prevenir, de tratar, de cuidar. Não espere agravar ou piorar de vez. Cuidar da saúde faz bem para você e também para todos os que estão à sua volta. Não se esqueça de que você é amado, assim como eu sou amado. Todos aqueles que nos amam sofrem quando estamos sofrendo.
Se quiser saber melhor como cuidar da sua saúde, leia “Quando a Máquina Falha”, da Ana Maria Ribas. Invista um tempo na sua saúde. Vale como uma pré-consulta e é de graça.
Se Deus permitir, em breve estaremos juntos novamente. A previsão de internação é de apenas um dia. Mas tudo dependerá da análise bacteriológica no material que será retirado. Se for uma bactéria resistente à antibioticoterapia básica, a previsão de internação passará a ser de 45 a 60 dias no mínimo. Que Deus ratifique a primeira possibilidade, para que logo, logo, volte para casa e também volte a estar com vocês.
Abraço com muito carinho.


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