dez
31
Obrigado, Senhor, pelo 2011 que vai, pelo 2012 que chega!

2011 está quase passando e eu aqui pensando nas muitas coisas que aconteceram em um ano que quase já se foi.

Foi um ano de confirmação das promessas de Deus para a minha vida. Os textos que li na palavra de Deus geraram vida, passaram a existir, quando a perspectiva era quase remota: “Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta.” Jó 14:7-9



Provérbios é o livro da bíblia com o qual me identifico bastante. Suas mensagens parecem apontar situações corriqueiras, do dia-a-dia, levando-nos a pensar como proceder corretamente.

Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.
Isto será saúde para o teu âmago, e medula para os teus ossos.
” (Prov. 3:5-8)

2012 se aproxima e, com ele, projetos, sonhos, desejo de realizar, de conquistar… Por certo será um ano de muitas tomadas de decisões. Mas… como fazer? Como acertar? Como não errar? Confiando no Senhor de todo o coração. Somente ele pode dar a resposta certa dos lábios. Somente ele pode confirmar as nossas obras. Somente ele pode pesar o que está no fundo do nosso ser.

Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR a resposta da língua. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.” (Prov. 16:1-3).

Quero continuar sonhando, Senhor! Quero continuar trabalhando e vivendo para Ti! Sei que já escreveste o meu número de dias. Que eu consiga glorificar o teu nome em todos eles, enquanto me permitir viver.

Antes mesmo do meu corpo tomar forma humana Tu já havias planejado todos os dias da minha vida; cada um deles estava registrado no teu livro! (Sal. 139:16)

Muitos sonhos se tornaram realidade em minha vida em 2011: o ministério pastoral, voltar a dirigir, voltar para casa depois de dois anos de obras, ver novamente as plantas florindo e a goiabeira e aceroleira carregadinhas, casamos a caçulinha… Que coisa maravilhosa! A jabuticabeira que chegou no finalzinho de 2010, frutificou várias vezes em 2011 e parece querer terminar o ano com algumas jubuticabinhas só para não passar em branco. Parece bobeira, mas não… estou feliz com Jesus! Meu Senhor tem me abençoado sobremaneira.

Pastorear o rebanho de Deus foi o grande acontecimento em minha vida. Interessante foi Deus me levar de volta ao lugar onde comecei a dar os meus primeiros passos: num quintal da Rua Rio Grande do Sul, onde,na mesma rua, está a Primeira Igreja Batista em Presidente Juscelino. Que coisa tremenda ver aquele lugar que na minha infância tinha poucas casas… pouco tudo… e naquele pouco de cada coisa Deus plantou ali uma igreja e me levou para nela servi-lo e também aos meus irmãos.

Meu coração parece querer explodir de alegria… Quero expressar minha gratidão como o salmista: “Quão grandes são, SENHOR, as tuas obras! Mui profundos são os teus pensamentos. Grandes são as obras do SENHOR, procuradas por todos os que nelas tomam prazer.” (Sal. 92:5 e 11:2).

Quero cantar com os Vencedores por Cristo a canção “Rei das Nações”, com nunca cantei antes:

Grandes são as tuas obras,
Senhor todo-poderoso;
Justos e verdadeiros são os teus caminhos.

Ó, Rei das nações,
Quem não temerá?
Quem não glorificará teu nome?
Ó Rei das nações,
Quem não te louvará?
Pois só teu nome é santo.

Todas as nações virão
E adorarão diante de ti,
Pois os teus atos de justiça se fizeram manifestos!

Gostaria de poder abraçar e beijar toda a minha família, parentes, irmãos em Cristo e amigos nesta passagem de ano. Para agradecer o amor, o carinho, as orações, toda cooperação recebida; os presentes, que foram muitos esse ano… Mas, como cada um tem também os seus planos e a sua maneira de romper o ano, é provável que consiga fazê-lo apenas com os de casa e os irmãos na igreja. Amém! Está ótimo assim!



Glorifico a Deus pelas bênçãos recebidas esse ano! Nossa, quantas bênçãos! Impossível contar, mas posso agradecer: Obrigado, Senhor, por cada uma delas!


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abr
27
Seis coisas que vocês não sabem sobre mim

Esse negócio de MEME é fogo. Recebi o MEME da Sissym, do Masquerade. Aí, pensei que era mole e fui de inventar de fazer o meu bem bonito, com fotos etc. e esqueci que o MEME tem que ser repassado. Saí catando nomes, fotos, links, blogs etc. Vi que alguns que havia escolhido já haviam até publicado o seu MEME.

Resumindo, estou nisso há quase três horas e acho que pode haver “repeteco” de nomes. Mas aí, pelo menos, tentei escolher nomes diferentes, porém, de pessoas que conheço e gostaria de saber delas estas seis coisas. As minhas estão aí. Acredito que vocês vão gostar de saber.

 

1 – Fui aluno de duas celebridades hoje

Em 1971 estudei no Colégio Estadual Professor Daltro Santos, e fui aluno dos professores Carlos Alberto Parreira e José Carlos Araújo, o Garotinho.

Parreira foi meu professor de Educação Física. Faltava muito as aulas, devido às viagens, mas seu substituto – o Professor Pacheco – era “Caxias”: não faltava e “cascava” nos exercícios. Já o Garotinho foi meu professor de Geografia. Destacava-se em muitas coisas: sabia muito da matéria que ensinava; não faltava; sempre estava de terno. Além disso, por ser loucutor, trazia sempre um monte de tabelas de campeonatos e nós torrávamos a paciência dele.

Já o Professor Pacheco era bom de bola, mas nas aulas de basquete era um fiasco. Não acertava uma cesta. Em compensação, era fera em organizar campeonatos de futebol de salão.

 

2 – Em 1980 fiz curso de corte e costura

Essa vocês nunca iriam acertar ou chutar. Pois é, fiz um curso de corte e costura e fui o melhor aluno da minha turma. Era o único homem. A prova final era fazer o molde, cortar e montar uma saia rodada. Fui o único a tirar 10.



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jan
7
A Fada Sissym, a bananeira e o susto que passei

A Sissym me ligou ontem e parecia que estava meio em polvorosa. De um lado estava uma fada que precisava de ajuda, porque o filho de uma amiga estava num lugar e pensou que ia encontrar a Fada Sissym. Do outro, alguém com a voz meia rouca, meia de quem está com sono, e não falava coisa com coisa. Na realidade eu mal entendi o que a Sissym estava precisando e queria ajudá-la, mas sem condições. Depois que desligou fiquei pensando nas coisas que fazemos pelas nossas crianças.

Acabei escrevendo sobre o que me aconteceu ontem. Vi um recado onde a Sissym pedia para alguém orar por mim (perdoe-me por não lembrar onde; ontem só consegui ver algumas coisas e, assim mesmo, meio zonzo), pois havia levado um escorregão e estava com muitas dores na coluna. Não querendo que ficassem preocupados comigo, comecei a escrever este recado para a Sissym contando o que aconteceu. Mas, aí, acabou virando um post. Acho que o escorregão não era o mais importante, mas o que me levou a escorregar.

Ontem à noitinha, quando a Sissym me ligou percebeu logo que não estava bem. Voz rouca e meio lerdo, contei-lhe que havia sofrido um escorregão e dado um mal jeito na coluna. Sissym lamentou e compartilhou rapidamente que precisava escrever “algo ainda hoje” (ontem) porque um menininho, filho de uma amiga, estava chorando muito porque a Fadinha Sissym não tinha ido se encontrar com ele. Lamentei por não poder ajudá-la e depois de desligar o telefone fiquei pensando nos malabarismos que fazemos para ver uma criança alegre e feliz.

Contei para a Sonia e ela me disse: “mas ela escreve tudo tão bem! E disse mais: “e fada é o forte dela! Ela é a fada!” E aí concordei com Sonia e fiquei pensando com os meus botões: O que não fazemos pelas nossas crianças? Fiquei tranquilo pela sua compreensão e torci muito para que lograsse êxito nesta “aventura de fada“, onde vale tudo para fazer uma criança feliz.

Imagine a Fada Sissym voando por um lindo jardim e, de repente, vê uma criancinha dentro de um laguinho azul, com água cristalina, porém muito triste. A fadinha voa até ela e ouve sua queixa: “é que eu estou sozinha e queria que alguém ficasse comigo no laguinho!” Prontamente a fadinha chega mais perto e… esbarra com uma das suas asinhas num galho de árvore… Xiiiiii! Não estou conseguindo mais voar! Vou ter que voltar pra minha casinha andando devagarinho! Tchau! Depois eu volto pra fazer companhia a você no laguinho!

Pois bem. Não sou uma fadinha, nem um “fado”. Mas como todo avô, temos um pouco de cada coisa e fazemos de tudo para vermos nossas criancinhas alegres e felizes o tempo inteiro. A queixa que ouvi da Giovanna foi essa mesmo. Ela queria que alguém ficasse na piscina com ela, mas eu não podia. A água fria não me faz bem. Então a convidei para ver a bananeira dando cacho.

– Vamos lá ver a bananeira que “tá” dando cacho? Faz assim: daqui a pouco, quando você não quiser ficar mais na piscina, coloque uma roupinha e vamos lá na casa para ver a bananeira, ok?

– Podemos ir agora?

– É claro que podemos!

Entrei em casa e ia comer alguma coisa. Pretendia tomar um banho e escuto passos na escada…

– Vô, já estou pronta.

– Mas já?

– É, quero ver a bananeira cheia de florzinhas.

– Peraí Giovanna. A bananeira não está cheia de florzinhas. Ela dá… dá… dá… como é mesmo o nome da flor? Ah! A gente se acostuma a comprar banana à dúzia, a quilo, lote, no sacolão, no supermercado… que já nem se lembra de como se chama a flor da bananeira. Tudo bem! A bananeira dá um botãozão que parece um coração e dentro dele ficam as bananinhas tá legal?

– Tá vô, mas vamos lá que eu quero ver logo.

E lá fomos nós. Chegamos na casa, que está em obras, fui mostrando a bananeira para ela. Tiramos fotos, mais perguntas.


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dez
30
Viradas de ontem e hoje, e o que lhe desejo para 2010

Há alguns anos atrás, quando ainda não havia definido que carreira seguir, abro parêntese (rejeitei, inicialmente, minha vocação pastoral; queria ser tudo, menos pastor, pois achava que era responsabilidade demais para mim, cuidar de vidas, dar conselhos etc… não, não era isso que queria ) fecho parêntese – me via como alguém frustrado, que não conseguiu fazer o Curso Normal – e ser professor – porque o pai achava que isso não era profissão para homem. Meu pai queria que eu fosse engenheiro, para ser um doutor. Ou então, que entrasse para a Marinha, estudar e fazer – quem sabe? Dizia ele – Medicina.

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