jan
7
A Fada Sissym, a bananeira e o susto que passei

A Sissym me ligou ontem e parecia que estava meio em polvorosa. De um lado estava uma fada que precisava de ajuda, porque o filho de uma amiga estava num lugar e pensou que ia encontrar a Fada Sissym. Do outro, alguém com a voz meia rouca, meia de quem está com sono, e não falava coisa com coisa. Na realidade eu mal entendi o que a Sissym estava precisando e queria ajudá-la, mas sem condições. Depois que desligou fiquei pensando nas coisas que fazemos pelas nossas crianças.

Acabei escrevendo sobre o que me aconteceu ontem. Vi um recado onde a Sissym pedia para alguém orar por mim (perdoe-me por não lembrar onde; ontem só consegui ver algumas coisas e, assim mesmo, meio zonzo), pois havia levado um escorregão e estava com muitas dores na coluna. Não querendo que ficassem preocupados comigo, comecei a escrever este recado para a Sissym contando o que aconteceu. Mas, aí, acabou virando um post. Acho que o escorregão não era o mais importante, mas o que me levou a escorregar.

Ontem à noitinha, quando a Sissym me ligou percebeu logo que não estava bem. Voz rouca e meio lerdo, contei-lhe que havia sofrido um escorregão e dado um mal jeito na coluna. Sissym lamentou e compartilhou rapidamente que precisava escrever “algo ainda hoje” (ontem) porque um menininho, filho de uma amiga, estava chorando muito porque a Fadinha Sissym não tinha ido se encontrar com ele. Lamentei por não poder ajudá-la e depois de desligar o telefone fiquei pensando nos malabarismos que fazemos para ver uma criança alegre e feliz.

Contei para a Sonia e ela me disse: “mas ela escreve tudo tão bem! E disse mais: “e fada é o forte dela! Ela é a fada!” E aí concordei com Sonia e fiquei pensando com os meus botões: O que não fazemos pelas nossas crianças? Fiquei tranquilo pela sua compreensão e torci muito para que lograsse êxito nesta “aventura de fada“, onde vale tudo para fazer uma criança feliz.

Imagine a Fada Sissym voando por um lindo jardim e, de repente, vê uma criancinha dentro de um laguinho azul, com água cristalina, porém muito triste. A fadinha voa até ela e ouve sua queixa: “é que eu estou sozinha e queria que alguém ficasse comigo no laguinho!” Prontamente a fadinha chega mais perto e… esbarra com uma das suas asinhas num galho de árvore… Xiiiiii! Não estou conseguindo mais voar! Vou ter que voltar pra minha casinha andando devagarinho! Tchau! Depois eu volto pra fazer companhia a você no laguinho!

Pois bem. Não sou uma fadinha, nem um “fado”. Mas como todo avô, temos um pouco de cada coisa e fazemos de tudo para vermos nossas criancinhas alegres e felizes o tempo inteiro. A queixa que ouvi da Giovanna foi essa mesmo. Ela queria que alguém ficasse na piscina com ela, mas eu não podia. A água fria não me faz bem. Então a convidei para ver a bananeira dando cacho.

– Vamos lá ver a bananeira que “tá” dando cacho? Faz assim: daqui a pouco, quando você não quiser ficar mais na piscina, coloque uma roupinha e vamos lá na casa para ver a bananeira, ok?

– Podemos ir agora?

– É claro que podemos!

Entrei em casa e ia comer alguma coisa. Pretendia tomar um banho e escuto passos na escada…

– Vô, já estou pronta.

– Mas já?

– É, quero ver a bananeira cheia de florzinhas.

– Peraí Giovanna. A bananeira não está cheia de florzinhas. Ela dá… dá… dá… como é mesmo o nome da flor? Ah! A gente se acostuma a comprar banana à dúzia, a quilo, lote, no sacolão, no supermercado… que já nem se lembra de como se chama a flor da bananeira. Tudo bem! A bananeira dá um botãozão que parece um coração e dentro dele ficam as bananinhas tá legal?

– Tá vô, mas vamos lá que eu quero ver logo.

E lá fomos nós. Chegamos na casa, que está em obras, fui mostrando a bananeira para ela. Tiramos fotos, mais perguntas.


(leia mais…)


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png







dez
30
Viradas de ontem e hoje, e o que lhe desejo para 2010

Há alguns anos atrás, quando ainda não havia definido que carreira seguir, abro parêntese (rejeitei, inicialmente, minha vocação pastoral; queria ser tudo, menos pastor, pois achava que era responsabilidade demais para mim, cuidar de vidas, dar conselhos etc… não, não era isso que queria ) fecho parêntese – me via como alguém frustrado, que não conseguiu fazer o Curso Normal – e ser professor – porque o pai achava que isso não era profissão para homem. Meu pai queria que eu fosse engenheiro, para ser um doutor. Ou então, que entrasse para a Marinha, estudar e fazer – quem sabe? Dizia ele – Medicina.

(leia mais…)


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png







jul
10
Rio de Janeiro: Cidade reconhecidamente Maravilhosa

Que tal passar suas férias numa Cidade que é reconhecidamente Maravilhosa? Você pode conhecer o Cristo, andar nos bondinhos do Pão de Açucar, do Corcovado ou de Santa Teresa. Mergulhar nas mais belas e famosas praias do mundo, como: Copacabana, Ipanema, Leblon, Recreio ou Barra da Tijuca. Saltar de asa delta da Pedra Bonita. Conhecer lindos locais como o Jardim Botânico, a Quinta da Boa Vista ou a Vista Chinesa. E não é só isso! Desfrute ainda do carinho hospitaleiro do povo carioca. Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa. Terra onde nasci, onde vivo, que muito amo e passo minhas férias permanentes.


rio_de_janeiro_cidade_reconhecidamente_maravilhosa

Estou participando da Blogagem Coletiva do Aldeia da Minha Vida, a acontecer de hoje (10) a 28 desse mês de julho. O concurso apresenta uma novidade:
Haverá um prémio para o melhor post (texto e fotografia) e outro para o melhor comentário efetuado no Aldeia da Minha vida.
O melhor artigo (texto e foto) será indicado pelos votos dos leitores (49% da votação) e do Júri (51%). O melhor comentário será selecionado pelo júri.

selo_as_ferias_da_minha_vida

Vote no melhor texto e convide os seus amigos a votar e comentar. Faça comentários criativos e convide os seus amigos para participar também. Lembre-se, o melhor comentário também será premiado.


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png







jul
4
Amigos fazem os nossos dias serem especiais

O diHitt tem proporcionado a mim e à Sonia momentos de muitas alegrias e realizações. Na última quarta-feira, dia 1º de julho, tivemos a oportunidade de conhecermos a Sissy, Simone Mascarenhas, do BLOGZOOM e do Masquerade; uma fadinha amiga desde o nosso ingresso no diHitt. Foi um encontro breve, porém muito proveitoso.


conhecendo-a-sissy-01-07-09a

Almoçamos, batemos papo, falamos um pouquinho de cada um; rimos bastante, brincamos, tiramos fotos… tudo meio que vapt-vupt, mas foi uma alegria só.

almoco

Combinamos cada um fazer o seu registro. Sonia escreveu: “Uma amizade pra lá de real” e Sissy “Sì ! Regly’star in Blogzoom!”. Ninguém ficou sabendo o que o outro ia escrever. Apenas linkaríamos os posts, para que vocês pudessem ver o que aquele momento representou para nós. E aqui está o que registrei.


Compartilhei com a Sonia, e depois com a Sissy, a minha ansiedade quanto a realização do exame. Mesmo tendo feito vários do tipo, o daquela quarta-feira reservava uma série de expectativas desagradáveis. Mas, apesar da demora, das muitas perguntas e avaliações, tudo transcorreu dentro da normalidade. Quando saí da sala, encontrei minha mulher e a Sissy conversando. As duas estavam preocupadas porque demorara além do normal. Abriram um sorriso quando me viram e vi o quanto encontrar a nossa amiga lhe fizera bem para nós: primeiro à Sonia e depois a mim.

Minha percepção foi a de que, mesmo com o seu dia tomado por compromissos, a Sissy reservou sua hora de almoço para oferecê-la a nós: primeiro esteve ali o tempo todo com a Sonia, enquanto eu fazia o exame. Ao mesmo tempo que se conheciam, batiam papo, Sonia relaxou. Por minha vez, ao ver nossa amiga junto à minha mulher, fiquei também mais tranquilo. Estava ainda um pouco atordoado com a barulheira da ressonância magnética, do contraste que me foi aplicado e as demais recomendações. Senti-me aliviado e descansado, por perceber que Sonia também relaxara e sorria ao me ver.


sissy-e-sonia

Mesmo tendo as suas preocupações, Sissy dedicou-nos um tempo do seu dia-a-dia para estar conosco: nas ligações telefônicas, buscando saber sobre nós; ao colocar-se à disposição e nos oferecer o que possuía de mais precioso: a amizade, a solidariedade, a presença. Até mesmo no dia do encontro ela fez questão de dizer: vou levar vocês num lugarzinho todo especial para almoçarmos juntos; a comida é boa e o local é aconchegante. E era mesmo. Sissy pensou até nas fotos: “Vamos na pracinha, para tirarmos umas fotos legais”. Os fotógrafos é que não ajudaram muito, mas tudo bem.

na-pracinha

O encontro com a Sissy me mostrou ainda outras coisas, as quais faço questão de destacar. Primeiro, porque já foi registrado em nossas vidas. Segundo, a amizade é de fato um dom de Deus e um presente dEle a nós humanos.

O que posso dizer da Sissy e para a Sissy é que o nosso encontro foi precioso para nós. Pela pessoa que você; que não é diferente do diHitt, dos telefonemas. É igual a nós, simples, gente como a gente. Melhor que tudo: uma amiga que se fez presente, que desejou nos conhecer e se nos deu a conhecer.

Ficou reservado o gostinho para um novo encontro. Mas esta será uma nova história para o diHitt.


http://recebiliegostei.com/wp-content/themes/children/images/sign.png