
Dona Vladimira, mulher do lar, costureira de profissão, foi a primeira a me ensinar as primeiras letras. Todos os dias, à tardinha, minha mãe me passava “deveres” e corrigia os anteriores. Pegava a cartilha, a tabuada e o meu caderno e dizia: “vamos aprender um pouco mais hoje”. E aí me tomava a tabuada, a leitura de palavras e frases. Foi ela que ensinou-me a escrever o nome completo, aos cinco anos, e as fazer as primeiras “continhas”.












































