jun
3
“Lembrai-vos dos vossos pastores…”

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Amados irmãos, no segundo domingo de junho é comemorado o Dia do Pastor. Por isso, gostaria de lhes dar uma sugestão toda especial, atentando para o que a Bíblia orienta como cuidar dos seus pastores.

Não, não estou falando de mim mesmo, mas daqueles que um dia foram nossos pastores.

Lembro-me de cada um deles: Obson Cabral de Carvalho, o qual me levou a Jesus; Josias Cardoso Machado, que me batizou; Sérgio Santos Macharet, pastor na minha adolescência; Almir Coelho, orientou-me para o ministério; Waldir de Oliveira Guerra; Nelson Borralho Lima, que me casou com a Sonia em 1979; Marcos Bernardo do Nascimento, o que me enviou para o Seminário e me ordenou ao ministério da Palavra; Paulo Alves Feitosa, que me recebeu como sua ovelha e muito me incentivou a escrever; Marcos Zumpichiatte Miranda, também meu pastor. Cuidou de mim nos momentos mais difíceis da minha vida e deu-me a oportunidade de publicar meus estudos pela primeira vez na Revista Palavra e Vida.

A Bíblia diz na Carta aos Hebreus (13.7): “Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram”.

No Dia do Pastor, lembre-se, em especial, daquele que foi um dia seu pastor. Telefone, mande uma mensagem; se possível, faça uma visita, leve um presente. Ore com ele agradecendo a Deus pelo que ele foi e ainda é para a sua vida. Mostre amor, carinho, gratidão; faça com ele se sinta lembrado por você e que as marcas que imprimiu na sua vida ainda estão aí, com você.

Pastores são humanos, têm sentimentos. Sentem alegria, mas também sentem tristeza. Sempre se cobram por não terem feito mais. Mesmo tendo dado tudo de si enquanto puderam.
Pastores gostam de serem lembrados, não somente no Dia do Pastor, mas enquanto aqui viverem.


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eliane Antonio



fev
17
Brincando carnaval

Recebi do Iluminalma Vida em Cristo, texto de um escritor que muito aprecio, Dennis Downing. Compartilho por concordar que esta é uma realidade. Pena que nestes dias nem tudo acaba como no refrão do samba pra tudo se acabar na quarta-feira. Acaba pra sempre.

 


 

“Era quarta-feira de cinzas. Estava sentado na frente da pequena sala onde aplicava injeções na emergência do Hospital Getúlio Vargas. Corredor lotado. Macas enfileiradas dos dois lados. Só dava para uma maca ou cadeira de rodas passar pelo meio, e o que passava de bombeiros chegando e maqueiros voltando era impressionante. Emergência lotada em hospital público não é novidade. Mas, durante Carnaval parece cenário de filme de guerra.

“Meu amigo Tavares, um morador de rua, estava no hospital devido a uma “brincadeira” de outro “amigo”. O “amigão” dele achou engraçado dar algumas latas de “cana” para Tavares e depois jogá-lo no chão em cima de uma planta venenosa. Até hoje não descobri o nome daquela planta, mas, o que ela fez com o braço de Tavares era de espantar. Parecia queimadura de terceiro grau. Além de uma fratura no braço, ele também sofria com a pele ardendo e corria sério risco de infecção.

“Lá estavamos, sentados em cadeiras de plástico, aguardando as injeções: antitetânica, de um antibiótico e do analgésico que Tavares precisava para aguentar a dor. Ainda alimentamos uma pequena esperança de conseguir uma maca para ele, pois Tavares teria que passar alguns dias naquele corredor.

“Enquanto aguardávamos, eu olhei as paredes da sala. Estavam todas enfeitadas com detalhes de decoração de Carnaval – serpentinas em fita de papel, buzinas, balões e chapéus de isopor, e as tradicionais máscaras de todos os tipos. Tudo com cores berrantes. Parecia uma alegria só. Fiquei olhando para a decoração festeira e para os homens, mulheres e crianças imprensados nas cadeiras e enfileirados nas macas no corredor. Quanta festa! Quanta alegria! Quanta dor! Quanta tragédia!

“É claro que nem todas as dezenas de pessoas sendo atendidas na emergência estavam lá em decorrência do Carnaval. Mas, nos dias que sucederam, conversando com um e outro, descobri que vários estavam lá, sim, justamente como consequência dos acidentes, das bebedeiras, das brigas e agressões, enfim, das “brincadeiras” da grande festa do rei Momo.

“Sabia que o “rei Momo”, personagem da mitologia grega, era filho do sono e da noite, e, de acordo com a lenda, foi expulso do Olimpo por ridicularizar os outros deuses? Imagine como o verdadeiro Deus se sente nos dias do nosso Carnaval!

“Sabia que a palavra Carnaval vem do latim “carne levare” que significa “abstenção de carne”? A expressão originalmente se referia à tradição da igreja Católica instituida no século XI da Quaresma, um período de 40 dias de privações que se iniciava na quarta-feira de cinzas e terminava na Páscoa. Uma idéia interessante, certamente com boas intenções. Entretanto, a chegada do período de privações acabou incentivando a entrega aos prazeres da carne no período que antecedia esses dias de abstenção. Logo começou a nascer o espírito do nosso “Carnaval”.

“Enquanto olhei os enfeites bonitos e alegres nas paredes da emergência, não podia deixar de ser comovido pelo contraste com os corpos agredidos, abusados e quebrados ao meu redor. Não havia lugar para se sentar. Um homem tentava dormir numa cadeira. Mãe e filha encolhidas em outra. Só dava para imaginar o que havia sucedido. Um senhor de idade vagava de sala em sala buscando uma pessoa para autorizar um raio-x.

“Conversei com os parentes de um jovem que sofreu um derrame. Veio de outro estado brincar carnaval aqui. E acabou em tragédia, paralisado em cima de uma maca. O irmão, perplexo, só olhava para o espaço. Ele aceitou, grato, uma folha com um salmo. Não tenho a coragem em lugares assim de “pregar”. Alguns tem. Eu não tenho. Só consigo fazer uma pergunta ou outra para compreender um pouco melhor o que estão passando. Escuto. Oro. Compartilho um salmo. É o que precisam.

“Fiquei olhando as máscaras na parede. O que talvez para alguns era um adereço alegre, para mim, parecia algo sinistro. Comecei a pensar, por que máscaras? Para que encobrir? Ocultar o que? O que se tem a ganhar com isso? Quem tem a ganhar com isso? Aí, me lembrei de quem encobre, esconde e finalmente engana. É o pai de tudo isso. É a arte, a profissão dele.

“Carnaval. É uma alegria só. Não é verdade? É o grande momento dos adultos “brincarem”. Sim, claro.

“Só não entendo por que os bancos de sangue tem que fazer tantos apelos nas semanas que antecedem Carnaval. Não faz sentido para mim por que o estado tem que mobilizar tanto policial nesses dias tão alegres. É um mistério por que as emergências ficam lotadas e o movimento no IML se torna tão intenso num momento tão festeiro. Nunca entendi por que aquela minha amiga que é obstetra diz que daqui a nove meses vai nascer tanto bebê nas maternidades públicas, e estranhamente de tantas mães solteiras. Estranho. Não dá para entender. Deve ser coincidência.

“Carnaval é uma alegria só, não é? Vai se juntar? Vai se divertir? Vai brincar? A escolha é sua. Mas, se for, não esqueça sua máscara.”


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fev
2
O homem que dirigiu o mesmo carro por 82 anos

Imagine… Você ter o mesmo carro e dirigi-lo por 82 anos?



Mr. Allen Swift (Springfield, MA.) recebeu de seu pai um carro zero como presente de formatura em 1928. Não era um popular, mas era um carrinho básico: um Rolls-Royce Picadilly Roadster ano 1928 P1.

Mr. Swift o dirigiu até à sua morte, em 2010, com a idade de 102 anos. Ele era o proprietário mais antigo de um carro comprado novo, que foi doado a um museu de Springfield, depois de sua morte.

Ele rodou 1.070 mil milhas (1 milha = 1,6 km). O motor ainda funciona como um relógio suíço, baixo ruído, em qualquer velocidade, e está em perfeitas condições, mesmo com 82 anos. Rodou cerca de 1.712.000 km (20.878 km por ano).


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sebastiao albano



dez
31
Obrigado, Senhor, pelo 2011 que vai, pelo 2012 que chega!

2011 está quase passando e eu aqui pensando nas muitas coisas que aconteceram em um ano que quase já se foi.

Foi um ano de confirmação das promessas de Deus para a minha vida. Os textos que li na palavra de Deus geraram vida, passaram a existir, quando a perspectiva era quase remota: “Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta.” Jó 14:7-9



Provérbios é o livro da bíblia com o qual me identifico bastante. Suas mensagens parecem apontar situações corriqueiras, do dia-a-dia, levando-nos a pensar como proceder corretamente.

Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.
Isto será saúde para o teu âmago, e medula para os teus ossos.
” (Prov. 3:5-8)

2012 se aproxima e, com ele, projetos, sonhos, desejo de realizar, de conquistar… Por certo será um ano de muitas tomadas de decisões. Mas… como fazer? Como acertar? Como não errar? Confiando no Senhor de todo o coração. Somente ele pode dar a resposta certa dos lábios. Somente ele pode confirmar as nossas obras. Somente ele pode pesar o que está no fundo do nosso ser.

Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR a resposta da língua. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.” (Prov. 16:1-3).

Quero continuar sonhando, Senhor! Quero continuar trabalhando e vivendo para Ti! Sei que já escreveste o meu número de dias. Que eu consiga glorificar o teu nome em todos eles, enquanto me permitir viver.

Antes mesmo do meu corpo tomar forma humana Tu já havias planejado todos os dias da minha vida; cada um deles estava registrado no teu livro! (Sal. 139:16)

Muitos sonhos se tornaram realidade em minha vida em 2011: o ministério pastoral, voltar a dirigir, voltar para casa depois de dois anos de obras, ver novamente as plantas florindo e a goiabeira e aceroleira carregadinhas, casamos a caçulinha… Que coisa maravilhosa! A jabuticabeira que chegou no finalzinho de 2010, frutificou várias vezes em 2011 e parece querer terminar o ano com algumas jubuticabinhas só para não passar em branco. Parece bobeira, mas não… estou feliz com Jesus! Meu Senhor tem me abençoado sobremaneira.

Pastorear o rebanho de Deus foi o grande acontecimento em minha vida. Interessante foi Deus me levar de volta ao lugar onde comecei a dar os meus primeiros passos: num quintal da Rua Rio Grande do Sul, onde,na mesma rua, está a Primeira Igreja Batista em Presidente Juscelino. Que coisa tremenda ver aquele lugar que na minha infância tinha poucas casas… pouco tudo… e naquele pouco de cada coisa Deus plantou ali uma igreja e me levou para nela servi-lo e também aos meus irmãos.

Meu coração parece querer explodir de alegria… Quero expressar minha gratidão como o salmista: “Quão grandes são, SENHOR, as tuas obras! Mui profundos são os teus pensamentos. Grandes são as obras do SENHOR, procuradas por todos os que nelas tomam prazer.” (Sal. 92:5 e 11:2).

Quero cantar com os Vencedores por Cristo a canção “Rei das Nações”, com nunca cantei antes:

Grandes são as tuas obras,
Senhor todo-poderoso;
Justos e verdadeiros são os teus caminhos.

Ó, Rei das nações,
Quem não temerá?
Quem não glorificará teu nome?
Ó Rei das nações,
Quem não te louvará?
Pois só teu nome é santo.

Todas as nações virão
E adorarão diante de ti,
Pois os teus atos de justiça se fizeram manifestos!

Gostaria de poder abraçar e beijar toda a minha família, parentes, irmãos em Cristo e amigos nesta passagem de ano. Para agradecer o amor, o carinho, as orações, toda cooperação recebida; os presentes, que foram muitos esse ano… Mas, como cada um tem também os seus planos e a sua maneira de romper o ano, é provável que consiga fazê-lo apenas com os de casa e os irmãos na igreja. Amém! Está ótimo assim!



Glorifico a Deus pelas bênçãos recebidas esse ano! Nossa, quantas bênçãos! Impossível contar, mas posso agradecer: Obrigado, Senhor, por cada uma delas!


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LISON COSTA Maria Marçal