Feb
7
Selos recebidos: mais que um prêmio, muito carinho

Quando comecei a preparar este post havia decorrido cerca de cinco meses ou mais o período que venho recebendo selos de amigos. Na semana passada recebi mais um, ultrapassando seis meses as premiações e carinho que venho recebendo de vocês. Desejando postar de forma correta – colocando links, listando as regras e indicando novos blogs de amigos para recebimento dos selos – acabei procrastinando demais, o que dificultou ainda mais a realização desta postagem.

Antes de mencionar os selos e os amigos que mos ofertaram, dedico-lhes este video, da Cristina Mel e Marcelo Nascimento – “Ao amigo distante” – cuja canção expressa o meu carinho e admiração por todos vocês.

Estou vivendo um momento ímpar: finalmente a infecção nas vértebras, contra a qual vinha lutando desde janeiro de 2006, foi declarada vencida pelo laudo da ressonância magnética realizada no dia 25 de setembro último. No mesmo período dei início à etapa de recuperação física. Passei à caminhadas de meia hora inicialmente e já estou fazendo 1 hora por dia. O processo é cansativo, doloroso, lento, exigindo-me mais paciência e tolerância que antes, principalmente porque as dores persistem, mas sou uma nova pessoa fisicamente falando.

Precisava contar isto a vocês que estiveram juntos nos apoiando, oferecendo palavras de ânimo, carinho e incentivo, além das muitas orações por mim e pela Sonia. A Deus toda honra e toda glória. A vocês a nossa gratidão por tudo que nos dedicaram até aqui.

Vamos aos selos?

Estes são os amigos que me premiaram com selos nestes últimos cinco meses: Lison Costa, do Nhamundá Online; Pb. Natalino, do Ame Missões; Pr. Altemar Rocha, do Cristo e Família; Susi Meire, do Histoblog – História Geral; Valéria Mello, do Histórias e Estórias; e, da Helena, do Vidas em Voltas, Vindas e voltas.

Do amigo Lison Costa, do Nhamundá Online recebi vários selos, com destaque “Para Esse Blog, o Meio Ambiente é o Templo da Humanidade


e mais estes:

Prêmio Dardos

Recebi da amiga Valéria Mello, do Histórias e Estórias e dos amigos e colegas de ministério, Presbítero Natalino, do Ame Missões; Pastor Altemar Rocha, do Cristo e Família.

Da amiga Susi Meire, do Histoblog – História Geral, recebi o selo “O teu blog merece ser filmado”

Do Pr. Altermar recebi ainda os selos “Este Blog é Excelente”

e “Este blog é um sonho”


Da amiga Helena, o Selo “Uma Imagem, Mil Palavras”



Como de praxe, cabe ao recebedor do (s) prêmio (s) postar sobre os selos, linkar os blogs dos premiadores, listar as regras e indicar outros para recebimento. Todas as vezes que recebi selos optei por deixar à vontade a quantidade de indicados, bem como fazer menção às regras. Apresentarei apenas uma lista pequena para recebimento dos selos, sem apresentar a lista das regras.

Indico para recebimento do Selo “Para Esse Blog, o Meio Ambiente é o Templo da Humanidade” o Blog Talento da Terra, do amigo Victor S. Gomez.

Para o Prêmio Dardos indico o Blog Orsty, do amigo FernandezComz.

Para o Selo “Este blog merece ser filmado” indico os Blogs Compartilhando as Letras, da minha esposa Sonia Regly e o Blog da Vovó Lili, da amiga e irmã em Cristo, Lilian Salvadori.

O Selo “Este blog é Excelente” vai para os Blogs Babelpontocom, da amiga Letícia Castro; Metendo o Bico, do amigo William Júnior; e Simples Assim, do amigo Iúribr.

Para o selo “Uma imagem, Mil palavras”, indico os Blogs Bigu’s, do meu genro Diego Coutinho; o Oriental Fotos Flores, da amiga Rosemeire Nakamura; e o Ti-Rinhas, do amigo RobMaia.

Dedico ainda O Selo “Este blog é um sonho” para o BlogZoom, da amiga Sissym.

UFA! Depois desta maratona de links – que ainda não acabou, porque, depois de publicado, terei de avisar um por um os ganhadores dos selos – acho que os meus parafusos afrouxaram. Um forte abraço a cada um de vocês e agradeço os carinhos recebidos.


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Sissym Lilian Candello Salvadori Evelyn Diego Sonia Regly



Jan
29
Não mais puxe carroças

Conta-se que em 1990 havia um cavalo pangaré chamado Mumu dos Anjos, o qual era usado por um desses catadores de papelão para puxar carroça.



Mumu era visto subindo e descendo o morro da Favela no Rio de Janeiro carregando o pesado e ingrato fardo de coisas velhas e papelão usado. Mumu comia mato e pedaços de velhas espigas de milhos ou sobras que lhe davam. Esta era sua vida e o seu destino parecia terminar assim, até que seu dono decidiu vendê-lo para pegar um dinheirinho.



Naquela na região havia um senhor que queria comprar um cavalo para dar à sua filha adolescente que estava aprendendo a cavalgar. Por esta razão nada melhor que usar um pangaré.

Aconteceu que o pai desta menina tinha outro cavalo (só que de raça) e estava participando de um torneio na Hípica do Rio de Janeiro.



No dia anterior à competição, o cavalo de raça se machucou e ficou impedido de participar do torneio. A solução para manter-se inscrito era usar outro cavalo. Foi então que colocaram o pangaré Mumu, somente para manter o nome da equipe inscrita.

Desengonçado, sem sangue árabe, sem treinamento, sem pedigree e sem história, Mumu era um daqueles que ninguém acreditava, nem sequer apostava.

Bom… a surpresa veio!

Mumu viu e entendeu que a vida lhe estava abrindo uma porta, e correu, correu, correu como nunca. E ele ganhou. Ninguém acreditou.



Anos depois o preço de Mumu estava por volta de meio milhão de dólares. Passou a ser transportado de avião. Comia ração importada. Era tratado como um rei. Obviamente, continuou correndo!

Dizem que a história deste deste pangaré é verdadeira e foi publicada no Jornal Gazeta Mercantil em 1990 [não consegui comprovar pesquisando na internet; mas não importa, mesmo que seja apenas uma história inventada, ensina-nos muitas coisas]. Assim como Mumu, eu, você e muitos outros não somos de família rica, educação de primeira, viagens internacionais, alimentação balanceada ou outro tipo de preparo. Isto, às vezes se torna um peso para muitas pessoas que não lutam, por acharem que não são competitivas. No entanto veja que a vida de Mumu mudou a partir do dia que ele teve uma oportunidade e entendeu que precisava correr, para não continuar naquela mísera situação. Apesar de ter uma aparência de que nunca chegaria lá, ele mostrou ser possível. E o que é melhor, chegou!

Querido amigo, amiga, está na hora de largar a carroça, deixar para trás os sentimentos de: “Eu não consigo!”; “Sou pobre!”; “Sou feio!”; “Sou sozinho!”; “Ninguém me ajuda!”; “Não tenho sorte!”… É hora de acordar e saber que lá fora tem uma corrida acontecendo. Se as coisas não acontecem na vida profissional e você não é realizado, ao invés de reclamar das bagas de milho que vem comendo, procure ver aquilo que está faltando.

Quem sabe você não tem feito a coisa da forma certa? Um currículo mal elaborado. É muito ansioso nas entrevistas. Fala demais, não sabe ouvir.Não é confiável no trabalho. Falta muito, chega sempre atrasado; vive contando “pequenas” mentirinhas. Não tem educação para falar com as pessoas ou é do tipo pavio curto?

Quem sabe? Falta aquele “Muito obrigado!”; “Com licença!”; “Por favor!”; “Desculpe-me!”; ou ainda um sorriso. De repente um simples sorriso muda tudo e abre muitas portas. Lembre-se: “O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate” (Provérbios de Salomão 15:13). Então, deixe de viver emburrado e sorria sempre!

Lembre-se que, antes de querer ser divino, é necessário ser mais Humano. Talvez o problema seja simplesmente voltar à escola terminar o Primeiro ou Segundo Grau; cursar uma faculdade; fazer uma Pós-Graduação, mestrado ou doutorado. As portas lhe estão abertas e cabe a você decidir. Muitos optam por pensar que seu tempo “já passou” e, simplesmente, “empacam”. Porém, outros ainda esperam confiadamente que a oportunidade vai chegar e continua atento. Quem sabe? Talvez não seja nada disso. Um simples curso técnico, desde o mais rústico, a um que lhe ensine o domínio de uma segunda língua. Existem muitos cursos de ótima qualidade. São gratuitos e oferecidos pelas associações, faculdades, igrejas, prefeituras, sindicatos etc. Mais simples ainda, pode ser que falte apenas dizer para si mesmo: “Eu vou correr! E vencer!” Aproveite as oportunidades!

Busque nos jornais de Domingo, consulte na Internet, pergunte às pessoas que você conhece, e finalmente espalhe que você quer correr atrás de algo que lhe falta. Certamente alguém será usado para lhe abrir a porta da oportunidade. Quando isto acontecer e seu nome for chamado, Levante e Corra. Mais corra, corra, corra muito mesmo! Pois esta pode ser a sua única chance de largar a Carroça!

Nota: Recebi de um amigo meu, hoje pela manhã. É um texto de Nelson Aprígio de Lima. As imagens foram tiradas do Google.


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Jan
25
A tranquilidade das ovelhas

Recebi hoje este slide, com um texto do Rubem Alves, o qual me deixou encantado e me sentindo como criança novamente. Fiquei tão feliz que não pude deixar de expressar: Ah! Se todos pensássemos como pensam as ovelhas!
Uma semana abençoada para todos vocês.




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Jan
7
A Fada Sissym, a bananeira e o susto que passei

A Sissym me ligou ontem e parecia que estava meio em polvorosa. De um lado estava uma fada que precisava de ajuda, porque o filho de uma amiga estava num lugar e pensou que ia encontrar a Fada Sissym. Do outro, alguém com a voz meia rouca, meia de quem está com sono, e não falava coisa com coisa. Na realidade eu mal entendi o que a Sissym estava precisando e queria ajudá-la, mas sem condições. Depois que desligou fiquei pensando nas coisas que fazemos pelas nossas crianças.

Acabei escrevendo sobre o que me aconteceu ontem. Vi um recado onde a Sissym pedia para alguém orar por mim (perdoe-me por não lembrar onde; ontem só consegui ver algumas coisas e, assim mesmo, meio zonzo), pois havia levado um escorregão e estava com muitas dores na coluna. Não querendo que ficassem preocupados comigo, comecei a escrever este recado para a Sissym contando o que aconteceu. Mas, aí, acabou virando um post. Acho que o escorregão não era o mais importante, mas o que me levou a escorregar.

Ontem à noitinha, quando a Sissym me ligou percebeu logo que não estava bem. Voz rouca e meio lerdo, contei-lhe que havia sofrido um escorregão e dado um mal jeito na coluna. Sissym lamentou e compartilhou rapidamente que precisava escrever “algo ainda hoje” (ontem) porque um menininho, filho de uma amiga, estava chorando muito porque a Fadinha Sissym não tinha ido se encontrar com ele. Lamentei por não poder ajudá-la e depois de desligar o telefone fiquei pensando nos malabarismos que fazemos para ver uma criança alegre e feliz.

Contei para a Sonia e ela me disse: “mas ela escreve tudo tão bem! E disse mais: “e fada é o forte dela! Ela é a fada!” E aí concordei com Sonia e fiquei pensando com os meus botões: O que não fazemos pelas nossas crianças? Fiquei tranquilo pela sua compreensão e torci muito para que lograsse êxito nesta “aventura de fada“, onde vale tudo para fazer uma criança feliz.

Imagine a Fada Sissym voando por um lindo jardim e, de repente, vê uma criancinha dentro de um laguinho azul, com água cristalina, porém muito triste. A fadinha voa até ela e ouve sua queixa: “é que eu estou sozinha e queria que alguém ficasse comigo no laguinho!” Prontamente a fadinha chega mais perto e… esbarra com uma das suas asinhas num galho de árvore… Xiiiiii! Não estou conseguindo mais voar! Vou ter que voltar pra minha casinha andando devagarinho! Tchau! Depois eu volto pra fazer companhia a você no laguinho!

Pois bem. Não sou uma fadinha, nem um “fado”. Mas como todo avô, temos um pouco de cada coisa e fazemos de tudo para vermos nossas criancinhas alegres e felizes o tempo inteiro. A queixa que ouvi da Giovanna foi essa mesmo. Ela queria que alguém ficasse na piscina com ela, mas eu não podia. A água fria não me faz bem. Então a convidei para ver a bananeira dando cacho.

- Vamos lá ver a bananeira que “tá” dando cacho? Faz assim: daqui a pouco, quando você não quiser ficar mais na piscina, coloque uma roupinha e vamos lá na casa para ver a bananeira, ok?

- Podemos ir agora?

- É claro que podemos!

Entrei em casa e ia comer alguma coisa. Pretendia tomar um banho e escuto passos na escada…

- Vô, já estou pronta.

- Mas já?

- É, quero ver a bananeira cheia de florzinhas.

- Peraí Giovanna. A bananeira não está cheia de florzinhas. Ela dá… dá… dá… como é mesmo o nome da flor? Ah! A gente se acostuma a comprar banana à dúzia, a quilo, lote, no sacolão, no supermercado… que já nem se lembra de como se chama a flor da bananeira. Tudo bem! A bananeira dá um botãozão que parece um coração e dentro dele ficam as bananinhas tá legal?

- Tá vô, mas vamos lá que eu quero ver logo.

E lá fomos nós. Chegamos na casa, que está em obras, fui mostrando a bananeira para ela. Tiramos fotos, mais perguntas.


- O que é aquilo verde ali?

- Ah! Aquilo é o talo do cacho. É ele que segura as bananinhas até elas crescerem e madurarem.

- E você já viu outro bananeira com bananas?

- Claro que vi! Até tem uma ali.

E quando fui mostrar a outra bananeira, que fica no quintal do vizinho, pisei em falso num monte de pedras e escorreguei só um pouquinho, menos de meio chinelo. Daí tive que voltar para casa e sossegar porque tudo doía, em especial, a região lombar. E assim acabou minha aventura de mostrar a bananeira dando cacho. Giovanna me deu a mão e disse que ia me levar de volta pra casa.

Como já havia tirado, aproveitei para publicar as fotos destas rosinhas lindas.




Hoje estou melhor e feliz. A Giovanna está encantada com a bananeira e está ansiosa para ver as primeiras bananinhas apontarem. Vai fazer um monte de desenhos com as suas colinhas coloridas, enfeitar o “pedaço” e ter muiiiiiiiiiitas historinhas pra contar.

A Fada Sissym voou entre o Brasil e o Japão realizando mais que o sonho de um menino: o de nós adultos também, porque o post ficou D+!

A doutora Sonia teve um dia daqueles. Além de cuidar de um avô dodói, teve também que tomar conta da Giovanna, que ora perguntava pela bananeira, ora se o vovô já estava “legal”!


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Dec
30
Viradas de ontem e hoje, e o que lhe desejo para 2010

Há alguns anos atrás, quando ainda não havia definido que carreira seguir, abro parêntese ( rejeitei, inicialmente, minha vocação pastoral; queria ser tudo, menos pastor, pois achava que era responsabilidade demais para mim, cuidar de vidas, dar conselhos etc… não, não era isso que queria ) fecho parêntese – me via como alguém frustrado, que não conseguiu fazer o Curso Normal – e ser professor – porque o pai achava que isso não era profissão para homem. Meu pai queria que eu fosse engenheiro, para ser um doutor. Ou então, que entrasse para a Marinha, estudar e fazer – quem sabe? Dizia ele – Medicina.

Algumas vezes sentia-me frustrado por não ter feito Jornalismo. Trabalhei por 10 anos na redação de um grande jornal aqui no Rio. Meu setor – responsável por receber, por telefone, digitando na máquina de escrever, as notícias escritas e ditadas por Jornalistas, destacados para coberturas no Interior do Estado; alguns fora do Rio e até no Exterior. Havia apenas o telex e os primeiros aparelhos de fax somente apareceram quando eu já estava de saída do jornal. Por que não fiz jornalismo? Gosto de escrever, de “apurar” os fatos. Minha resposta a esta pergunta, feita por algumas pessoas: eu era tímido, não acreditava no meu potencial. Jornalismo era para pessoas inteligentes e eu me sentia um burro. Sim, algumas vezes pensei assim a meu respeito. Também tinha medo da Ditadura e de me aventurar numa carreira onde vi muitas injustiças. E eu tinha duas filhas para criar quando ingressei na faculdade.

Escolhi fazer Pedagogia – Orientação Educacional – numa tentativa de ressuscitar o sonho da adolescência – ser professor – e o curso, então seria a ponte. Na realidade, cursar Pedagogia proporcionou-me a realização como pessoa e compreender definitivamente o meu chamado pastoral.

É provável que você me pergunte por que estou contando isso para vocês só agora, haja vista tantas oportunidades neste tempo que estamos juntos no diHitt. Respondo: por vários motivos.

O primeiro deles é não desistir dos seus sonhos. Durante várias “viradas de ano” passava pela minha cabeça que o tempo estava passando e eu não ia conseguir “ser alguém” na vida. Este é o segundo motivo: todos nós somos alguém nesta vida independente do que temos ou fazemos. Você é alguém muito importante para Deus, para os outros e para você mesmo (a).

Aprendi que cada um de nós tem um potencial e não importa o tamanho e a importância dele na escala daquilo que estabeleceram como melhor, “mais isso” ou “mais aquilo”. O faxineiro, o vendedor de picolé, aquele que serve cafezinho à diretoria, o office-boy, datilógrafo, diretor de patrimônio ou o gerente de logística todos são importantes neste planeta. Eu fui todas estas coisas e sei que, nos momentos em que exerci aquelas funções servi, fui útil, fui alguém. Por isso sou alguém hoje importante para continuar servindo, sendo útil, abençoando, sendo abençoado, aconselhando, ouvindo, rindo e chorando junto, compartilhando com vocês.

Sabe? Queridos e queridas, pense no privilégio que nos está sendo concedido: passar à primeira década pós virada do milênio. Entrando em o novo ano, acompanham-nos também os nossos sonhos, mesmo aqueles que pensamos terem morrido. Li muitos posts, mensagens, emails com mensagens muito interessantes. Escolhi esta, porque vem do coração de Deus para o meu e o seu coração.

O meu desejo a cada um de vocês é que Deus conceda – a todos nós – muitas outras passagens de ano, mas quero me deter nesta que está tão próxima: 2010.

Que seja um ano de virada na sua vida: quer reacendendo seus sonhos, realizando um projeto; conquistando aquilo que tanto almejou, ou mesmo sendo instrumento para que outros continuem sonhando, fazendo ou conquistando.

Às vezes sonhamos receber um tão sonhado prêmio, uma medalha, um troféu. Todavia, somos designados para entregá-lo a outrem. É assim que fazem aquelas pessoas que colocam as medalhas de outro, prata ou bronze no pescoço das pessoas. Quantos gostariam de estar no alto do pódio para estar recebendo o prêmio? E a cena mostra que quem entrega sequer sobe ao pódio, fica embaixo. Contudo as duas são importantes e iguais: o que recebe e o que entrega.

Uma historinha que ouvi há muitos anos atrás e sempre me lembro é a de um homem que, após o conserto de uma grande orquestra estava esfuziante. Alguém chegou perto dele e perguntou quem ele era. Respondeu mais irradiante ainda: “Eu? Eu faço parte da orquestra” e exibiu um belo sorriso. A pessoa, então, perguntou novamente: que instrumento você toca? E ele respondeu com a mesma alegria: “Nenhum, eu apenas limpo os instrumentos”. Em qual lugar você se encontra nesta orquestra da vida?

Finalizo compartilhando aquilo que chamo de “final feliz” para a vocação para a qual fui chamado. Quando entendi que ser pastor é se deixar usar por Deus para servir outras pessoas, ficou mais fácil para aceitar o chamado e abracei com muito amor a vocação. Na maioria das vezes não sei como ajudar nos aconselhamentos, numa visita, quando alguém está desesperado e quer de imediato a solução para um problema. Digo não sei, porque não está em mim a solução e não a tenho para dar. Mas Deus pode todas as coisas. Então me proponho a orar e buscar em Deus a ajuda nestas horas. E, então, a solução vem, a calma vem, o conforto vem… de Deus, através da sua palavra: “Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram. Tenham por todos o mesmo cuidado” – Carta de Paulo aos Romanos 12:15 e 16 (Novo Testamento na Linguagem de Hoje).
Feliz 2010!


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Dec
9
Contaminei a família toda com essa história de “Blog”

Em 6 anos (quase 7) de blogueira Evelyn foi contaminando aos poucos as pessoas ao seu redor. P Primeiro foi comigo. Rendi-me ao mundo blogueiro com o De Coração Pra Coração, -) hoje administro também o Recebi, Li e Gostei.com. Depois foi a Lívia, que não dava nenhuma importância ao mundo blogueiro e hoje é dona do Somewhere In World. ) Um blog super influente, ganhou vários prêmios com ele (o mais recente foi um Iphone). Depois foi a vez da Sonia que culta “que só ela” yes criou o Compartilhando as Letras.com, um blog onde ela trata assuntos diversos, desde humor até poesias e literatura.
Como se não bastasse esse povo agora foi a vez do noivo :D (Dieguito S2), ele está no Diego-Bigus.com. Evelyn tinha a certeza que quando ele criasse um blog seria de humor, pois é palhaço que só…rsrs ^^
Deixo o convite pra vocês passarem lá.


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Susi lena Sissym João Celorico



Nov
20
Primeira rede social do Brasil voltada para a saúde e qualidade de vida

O Portal Banco de Saúde, site dedicado a oferecer informações de confiança em saúde, lançou recentemente a primeira rede social do Brasil que trata de qualidade de vida e bem-estar.

Foi fundado em 2008 pelo médico José Hamilton Vargas, com objetivo de revolucionar a forma com que as pessoas cuidavam da própria saúde e da de seus familiares.

(leia mais…)


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Nov
9
Prêmio OMS sobre educação sexual

Já passei pelo momento de falar sobre sexo com minhas filhas. Isso foi há mais de 20 anos atrás. Não havia internet, pelo menos na minha casa, apenas a TV aguçando a curiosidade da menina de seis, que começou a fazer perguntas… digamos… um pouco constrangedoras para um pai que estava aprendendo a criar filhas.

Acho que me saí bem. Comprei dois livrinhos e dei-lhe de presente. Falei sobre o assunto juntamente com a minha mulher. E logo, logo, começamos a ser indagados pela mais nova, com perguntas melhor elaboradas, com um “quê” a mais de curiosidade.

Os tempos passaram, as meninas cresceram. Temos netos: um menino de 12 e a caçula, com 7. Eles fazem perguntas? Claro que fazem! Não para nós, mas para os pais. Diferente daqueles tempos, falar de sexo aos filhos quase nem é preciso. Eles já entram direto no assunto, como se querendo saber se sabemos fazer ou fazemos certo. É preciso um “toque de amigo” para falar de sexo, “sexo seguro”, investir em diálogo, educar de verdade.

Achei interessantíssimo esse video sobre Educação Sexual, nos tempos do vovô e da vovó: nós, é claro! O vídeo foi o vencedor do prêmio OMS sobre educação sexual.



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Oct
19
Mas que bichinho implicante!

Dá para acreditar numa coisa dessa?




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Oct
16
Pega ele Prateado! Pega ele Prateado!

Centro da cidade, 1 da tarde. O Largo da Carioca fervilhando de pessoas, a maioria se deslocando, em busca de algum lugar para almoçar ou fazer o lanche. No meio do largo, quase despercebida, uma estátua. Sabe aquelas estátuas vivas? Pois é. O sujeito todo prateado, um sol de rachar, tenta se equilibrar em cima do pedestal improvisado – provavelmente um caixote de madeira – também prateado.

Eis que surge uma bela donzela, fazendo com que muitos olhares se voltem para ela. Até aí tudo bem, esta é a cena mais comum no Centro do Rio. Na direção oposta, vem um sujeito baixinho, muito apressado, pasta na mão, que também avista a donzela. Afoito, passa a acompanhá-la com os olhos, sem se dar conta de que está caminhando em direção à estátua. Alguns passos mais e KABUM!

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